segunda-feira, 26 de dezembro de 2005

O.M. AÏVANHOV - Perguntas & Respostas [26/12/2005] - Autres Dimensions




26 de dezembro de 2005.

do site AUTRES DIMENSIONS


Áudio da Mensagem em Português

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Caros amigos, bom dia.
No que diz respeito à ativação dos elementos sobre o planeta, nós podemos dizer, hoje, que a influência das eletricidades cósmicas que se derramam sobre a Terra atingirá seu apogeu amanhã, pelas 12 horas.

Em seguida, haverá quarenta e dois dias, como nós o assinalamos, nos quais muitas coisas vão produzir-se.

Muitos elementos vão sobrevir misturando, de diferentes maneiras, cada um ou vários dos elementos entre eles, uns com os outros, de acordo com as regiões do planeta.

Isso poderá passar por manifestações de variações térmicas, extremamente brutais, não habituais, em todas as regiões do mundo.

Obviamente, os vulcões do cinturão de fogo do Pacífico serão reativados, assim como inúmeros sismos irão crescendo e terão repercussões cada vez maiores.

Esses rebuliços, que vão existir ao nível do planeta, não se esqueçam de que eles se produzem, também, no interior de vocês.

Produzindo-se no interior de vocês, eles arriscam ocasionar rebuliços ao nível de suas consciências, ao nível de suas aspirações, ao nível de suas emoções.

Convém encontrar a calma, através da natureza, através da alegria, através de derivativos que evitem ao mental cristalizar-se em nós de problemas.

Isso é extremamente importante para aperfeiçoar a preparação que eu dei ontem, para permanecer alinhado no momento em que o apogeu da eletricidade cósmica surgir.

É importante que a primeira abordagem das energias do Espírito Santo faça-se numa consciência perfeitamente alinhada no corpo, perfeitamente arejada, perfeitamente limpa, perfeitamente liberada na circulação das energias no conjunto de células do corpo.

Isso é extremamente importante quando da primeira conexão de energias em relação com a pré-ascensão, porque se trata, verdadeiramente, de um fenômeno de pré-ascensão que vai produzir-se a partir de amanhã, a partir de meio dia.

Aí está, caros amigos, o ensinamento, hoje, era extremamente curto.
Aí está, caros amigos, o que eu tinha a dizer-lhes para a preparação desse dia magistral de amanhã.

Agora, se vocês têm questões em relação a esses eventos, estou pronto para responder.

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Questão: poderia falar-nos do «carma»?

O interesse do carma foi colocado pelas almas que decidiram experimentar a matéria, criar, progressivamente e à medida de éons e éons de encarnação, processos de descida ao mais profundo da matéria.

A consciência era livre de toda matéria, no início.
Mas, progressivamente e à medida que a consciência impactou-se ao mais profundo da matéria, o conjunto de consciências encarnadas decidiu criar leis que são as leis que vocês observam hoje, na vida de todos os dias.

Vocês cortam uma árvore, ela cai.
Vocês põem uma bomba, ela explode.
Isso se chama: ação/reação.

Mas, também, ao nível das consciências, a partir do momento em que há encarnação, e que há reencarnação, há necessidade absoluta, eu diria, de reparar.

Mas essa lei do carma, de absoluta reparação, não é, absolutamente, inevitável, porque, há 2.000 anos, porque, depois que o Cristo, nosso Senhor, encarnou-se sobre a Terra, Ele prometeu a lei de redenção pela ação de graça.

Há duas leis no universo: ação/reação, portanto, carma, e ação de graça.
Quando há ação de graça não pode mais haver carma.

A ação do carma é uma ação enquanto vocês permanecem limitados na perspectiva da terceira dimensão, enquanto vocês permanecem no peso, na queda, na noção de prazer na encarnação, na noção de prazer de ação/reação.

A partir do momento em que sua consciência volta-se para o Divino Filho e para o Pai, para a Fonte, progressivamente, vocês aliviam seu carma, não reparando pela reação, mas pelo alívio de ação de graça.

A descida do Espírito Santo tem a mesma virtude de reparação, de transmissão de Luz e, portanto, de subtraí-los da ação/reação para colocá-los sob a influência da ação de graça.

Durante os períodos que precederam a encarnação do Cristo, obviamente, não havia ação de graça.

Tudo era submisso à ação/reação.
Felizmente, a ação/reação existe porque, quando um ser humano ou um conjunto coletivo, qualquer que seja, comete um erro, como compreender que ele viola as leis de amor universal (de amor fraternal de toda vida existente pelos sistemas solares múltiplos infinitos) se não houvesse essa lei de ação/reação?

A lei de ação/reação é suposta de colocá-los nos trilhos e permitir-lhes compreender que não há caminho de saída além do amor, além da fraternidade.

Aí está o único objetivo da ação/reação: permitir-lhes encontrar a ação de graça.

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Questão: a experiência da matéria era necessária?

Absolutamente não.
O Arcanjo Miguel, por exemplo, jamais tomou corpo.
Mas, em dimensões muito mais altas como, por exemplo, a dimensão de meu venerado Mestre, ele apresentou certo número de encarnações sobre este planeta, mas não sujeitas à ação/reação.

A descida na matéria, no sentido em que vocês a vivem em suas dimensões vastas, não é, absolutamente, inevitável. Mas ela se torna inevitável a partir do momento em que vocês decidem participar do próprio processo evolutivo da matéria.

Há entidades que jamais conhecerão a matéria.
As entidades as mais próximas do Pai, os Hayoth Ha Kodesh, por exemplo.

Eles não sabem, mesmo, o que é a água.
Eles não sabem, mesmo, o que é a matéria, uma árvore, um vegetal, um fio de erva.

Não está na finalidade deles, na sua vida de possibilidades aproximar-se dessas dimensões extremamente pesadas, que os fariam perecer, instantaneamente, assim que eles se aproximassem, eu diria mesmo, da décima oitava dimensão.

Fazer a experiência da matéria no momento da encarnação é uma escolha extremamente livre.

Ninguém força-os a reencarnar-se ou a encarnar-se.
É uma decisão tomada de maneira totalmente livre pela alma.

Ninguém os empurra como ser humano, na matéria.
São vocês mesmos que voltam, através dos apegos, dos prazeres que têm a reencontrar na vida, mas, também, pela necessidade de amor.

Eu explico: a necessidade de amor é a necessidade de reparar as faltas de amor que vocês tiveram nas diferentes vidas que os empurraram a reencarnar. Porque, mesmo ao nível da alma, é difícil aceitar, é difícil compreender que não há obrigação, real, de reencarnação.

A ideia Oriental de que toda ação deve ser paga de uma reação, qualquer que seja, como é descrito no budismo, é uma heresia.

A alma humana nasceu e continua livre, totalmente.
Ela decide, em toda liberdade, descer na matéria.

A alma, uma vez que ela saiu do corpo, uma vez que ela desencarnou e retorna perto da Fonte, mesmo uma alma extremamente pura, extremamente luminosa que retornaria ao mais próximo da Fonte, teria a visão panorâmica, antecipativa, também, do que acontece nos planos que ela acaba de deixar.

E o fato de ver outras almas, o fato de ver lugares, o fato de ver locais que não são totalmente iluminados pelo amor dá uma dor enorme à alma que, no entanto, está próxima da Fonte.

E isso implica a necessidade, o prazer, o desejo de reencarnar-se.
A alma é totalmente livre, mas a atração da matéria é mais forte, geralmente, enquanto ela não purificou, totalmente, certo número de apegos.

Os apegos são as coisas as mais difíceis a resolver.
Mesmo uma alma extremamente evoluída pode desenvolver, em algumas vidas, processos de apegos extremamente potentes, que tornarão extremamente difícil, apesar de sua atração para a Luz, a capacidade de desapegar-se da necessidade de reencarnar-se, qualquer que seja a quantidade de amor de que ela se aproxima, no momento dessa subida para a Fonte.

Os apegos são múltiplos: a um país, a um objeto, a uma pessoa, a uma emoção, a circunstâncias.

Todo fenômeno que provoca uma noção de desejo e de prazer corresponde a um apego.

Isso é difícil a explicar com palavras.
Entretanto, isso é uma total realidade.

Quando não há mais apego, não pode mais haver encarnação.
Há, efetivamente, certo número de contratos que são assinados em função das almas, que necessitam acompanhar a matéria durante certo tempo.
Entretanto, no plano absoluto, uma alma é totalmente livre de descer ou não no plano dimensional.

Mas pareceria que inúmeras almas tenham necessidade de viver a experiência da matéria, sobretudo, neste período de grande transformação.

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Questão: no processo de encarnação, escolhe-se a família?

Obviamente que se escolhe a família.
É-se livre de tudo escolher.

É-se ajudado pelos Senhores do carma, pelos Anjos Lipika Cármicos, também.
É-se ajudado por alguns seres de Luz que guiam, em função de nossos desejos.Mas nenhum ser de Luz, nenhum Lipika cármico irá contra seu desejo de encarnação.

O melhor possível, ele lhes fornecerá indicações precisas.
Mas, obviamente, são vocês que escolhem a família.

E, frequentemente, vocês escolhem a família para permitir a essa família resolver um carma que ela tem com vocês.

O carma é uma má expressão.
Digamos que, quando vocês descem em encarnação, vocês procuram reparar, não seu carma, mas o carma dos outros.

Vocês assumem o peso.
Vocês assumem a responsabilidade de certo número de coisas que torna difícil cortar, uma vez tomada na descida à encarnação.

Mas, jamais, ninguém os força a experimentar tal ou tal situação.
São vocês mesmos que decidem, sobretudo, para a família.

As configurações gerais de DNA são desenhadas e escolhidas por vocês mesmos e por ninguém mais.

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Questão: qual é o objetivo da encarnação?

O objetivo é a espiritualização da matéria.
Como espiritualizar o corpo material no qual vocês estão?

Aí está o objetivo final, que nada busca.
Não basta, absolutamente, dizer-se «vou romper todos os apegos», como fazem algumas técnicas budistas tibetanas que vão procurar purificar o carma, que vão meditar sem parar sobre o próprio carma, sobre tangkas específicos.

Isso é uma heresia.
Isso pode tomar certo número de vidas.

Desde o nascimento de Cristo, basta-lhes ligar-se à ação/reação de graça, e não a ação/reação pura.

Toda ação que vocês fazem deve resultar, na reação, uma ação de graça.
A ação de graça é o ato desinteressado, totalmente, de seu objetivo e de seu interesse.

Agir e Fazer, unicamente, para servir ao Cristo, para servir à Luz.
Aí está a única finalidade, o único objetivo.

Medir-se-á seu objetivo de Luz à sua capacidade para servir e para dar o que vocês são, ou seja, a Luz.

A ação/reação é, obviamente, a finalidade da encarnação, espiritualizar a matéria, tornar-se, si mesmo, Luz, nesse corpo e não num hipotético outro lugar, uma vez que vocês estão aí.

A Luz é muito fácil a encontrar para uma alma humana, uma vez que ela não esteja mais nesse corpo de matéria. Mas o corpo de matéria, compreendam, efetivamente, que foram vocês que o criaram, progressivamente e à medida de milhões de anos.

Esse não parece ser o ponto.

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Aí está, se efetivamente quiserem, agora, vamos deixá-los.
Eu lhes desejo, a todos, uma boa jornada.

E eu lhes digo até muito em breve.
E eu lhes aporto minha bênção.

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Mensagem de O.M. AÏVANHOV no site francês Autres Dimensions:
http://autresdimensions.info/article2b3f.html
26 de dezembro de 2005 (Publicado em 26 de dezembro de 2005).
Versão do francês para o português: Célia G.
via: http://leiturasdaluz.blogspot.com.br

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