terça-feira, 3 de julho de 2012

TERESA DE LISIEUX - Vão para essa Simplicidade [03/07/2012] - Autres Dimensions



03 de julho de 2012.

Mensagem publicada em 04 de julho, pelo site AUTRES DIMENSIONS.


Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Eu sou Teresa, e eu lhes aporto o meu Amor.

Permitam-me manter-me ao mais próximo de vocês, ao seu lado.

Eu venho, na sequência do Arcanjo METATRON que, portanto, abriu o que devia sê-lo.

Doravante, e de maneira ainda mais íntima do que lhes deram a viver, nestas últimas semanas, algumas de minhas Irmãs ou alguns Anciãos, eu venho, eu também, fazê-los viver essas palavras.

Doravante, bem além das palavras, bem além das frases, pelo Coração, pelo Canal Mariano, eu me tenho ao seu lado, no Amor, na Simplicidade. E vou tentar traduzir, em palavras, o que eu tive ocasião de escrever, quando de minha passagem sobre a Terra e que tentava, à época, traduzir essa tensão de minha alma para desposar o Cristo, para fundir-me n’Ele.

Àquela época, não tão afastada de vocês, nós devíamos subir até Ele.
Hoje, Ele vem a vocês, e isso é muito mais fácil, a partir do momento em que vocês aceitam renunciar, não à vida, mas, efetivamente, estar presentes na Vida e totalmente lúcidos desse Amor, desse estado no qual vocês têm vontade de desaparecer nesse Amor o mais grandioso que pode existir.

Os Anciãos, algumas de minhas Irmãs falaram-lhes do medo e do Amor, e que não havia outras possibilidades.

Agora, vocês vão vivê-lo.
Responder ao apelo é desaparecer na Vida Eterna, sem renegar essa vida, mas, efetivamente, nela estando totalmente presente e lúcido, e viver o que Ki-Ris-Ti, como o nomeamos, vem fazê-los viver: perder-se n’Ele, a fim de encontrar-se.

Do mesmo modo que inúmeros de vocês já experimentaram e viveram alguns processos nos quais o Amor revelou-se bem mais amplo e bem maior do que o que vocês pensavam ou o que viveram.

Voltar a tornar-se como uma criança é acolher essa Luz, esse Amor e não desejar, de qualquer modo, mais do que isso, sem servir-se do que quer que seja além dessa Infância e dessa Simplicidade, sem refletir, sem medo, dando-se, em Verdade, ao que vocês São, à Luz, a Cristo, a Maria, ao Sol.
É viver esse Casamento final com a Luz, nessa Alegria tão intensa, na qual nada mais tem importância, nada mais existe do que viver isso.

Então, eu vim dizer-lhes, além de minhas palavras, e por minha Presença ao seu lado, a cada um de vocês: você está pronto?

Você quer vestir sua roupa de Alegria, sua roupa de Humildade, tornar-se Simples e voltar a tornar-se o que você sempre foi: esse Amor indizível?

Para isso, é preciso estar à escuta, não do que quer dizer sua pessoa, em sua vida (que é preciso, efetivamente, continuar), mas o que quer dizer o que é o mais profundo em vocês e que emana de suas profundezas.

Fundir-se n’Ele é fundir-se em vocês, bem além de, simplesmente, o que vocês percebem com seus sentidos, do que vocês procuraram, do que vocês viveram.

É dar-se, inteira e totalmente, à Luz, com Alegria e Graça, sem medo.
Nossas Presenças ao seu lado, como foi dito, vêm assisti-los nessa Passagem.

Nós estamos aí para apoiá-los, de algum modo, e essas Comunhões que vocês vivem, conosco, com outros Irmãos e Irmãs, presentes sobre esta Terra ou não, são repetições que os preparam para viver isso.

Quanto mais vocês forem simples, mais estarão no que foi dado como sendo esse Abandono da pessoa, esse Abandono, mesmo, do que vocês realizaram até o presente.

Dando-se, assim, vocês ganham a Eternidade e a Alegria Eterna.
Eu seu que, sobre esta Terra – e eu o vivi – tudo pode parecer tão doloroso, tão difícil, apesar das alegrias e apesar do prazer de
viver.

Então, é normal que vocês tenham, talvez, apreensões, talvez, ainda, dúvidas. Mas, a partir do instante em que vocês percebem nossa presença, constatarão, muito rapidamente, que a dúvida desaparece, porque é tão presente, tão intensa que, pouco a pouco ou brutalmente, vocês vão apreender a Verdade e a Eternidade.

Além de minhas palavras, por nossas Presenças repetidas, por seus apelos a MIGUEL, a MARIA, a outros, vocês se dão conta, muito rapidamente, por si mesmos, que, finalmente, tudo isso é natural, extremamente simples, extremamente infantil e que são sempre os medos, o que vocês creem ser – nessa pessoa, nesse mundo – que os assusta.

Vivendo esses encontros conosco, com outros Irmãos e Irmãs que estão presentes com vocês, sobre a Terra ou no Céu, vocês se conscientizarão, verdadeiramente, que é fácil.

Nada há de mais fácil, nada há de mais evidente, nada de mais simples, a partir do instante em que vocês aceitam dar-se, partilhar e comungar pelo Amor, pelo Coração, conosco, com todos os seus Irmãos e suas Irmãs, na doação de si mesmos, no Serviço, na abnegação de si mesmos, no Amor.

Porque, no Amor, nada mais pode existir que não o Amor.
O que vocês são não existe mais.

A pessoa desaparece, na Alegria e no contentamento, e não em qualquer desejo ou em qualquer prazer que desaparece, assim que ele é satisfeito.

Porque esses encontros, quer sejam, para vocês, as primeiras aproximações, Comunhões, Fusões, Dissoluções ou, mesmo, um Casamento Místico, quando vocês os vivem, qualquer que seja a intensidade, não pode mais existir a mínima dúvida, a mínima incerteza.

Porque o que duvida e o que está incerto é a parte de vocês que tem medo.
E essa parte de medo deve desaparecer, por nosso reencontro, por nossas trocas, bem além das palavras, agora.

Vocês constatarão, aliás, por si mesmos que, mesmo lendo o que dizemos, escutando o que dizemos, tudo está aí, que não há trapaça possível, que não há desvio possível.

Quanto mais vocês forem simples, mais isso será simples.
Se vocês são complicados, ou se complicam, por seus medos, isso se tornará cada vez mais complicado.

Nada há a proteger no Amor, nada há a perder: há apenas vantagens.
Só o que está temeroso, em vocês, pode crer que seja o inverso. Então, eu sei que os Anciãos deram-lhes palavras, expressões, meios.

Eles disseram: «fique tranquilo».
Eles disseram outras coisas.

Eu quero completar, dizendo-lhes: «vão para essa Simplicidade».

Nada há de complicado no Amor.
Nada há de complicado em nossos Reencontros.

Deem esse passo, e vocês constatarão, muito rapidamente, que sua vida, tanto aqui como em outro lugar, preencher-se-á de uma Alegria e de uma intensidade que vocês, jamais, conheceram, mesmo nos momentos os mais felizes dessa vida.

Quer você seja mãe e tenha posto filhos no mundo, quer tenha tido satisfações, quaisquer que sejam (amorosas, espirituais, profissionais), você constatará, por si mesma, que tudo isso, estritamente, nada é, em relação ao que nós realizamos juntos.

Nada mais pode ter-se diante de nossos reencontros, nada mais pode opor-se, exceto o que tem medo, em vocês.

Não escutem o medo.
Ousem abrir-se.
Ousem ir ao reencontro do que está aí.

Tudo aí está,
Nessa interação, entre aí, onde vocês estão e aí, onde estamos, há tudo: tudo o que faz a Vida, tudo o que faz a Verdade, tudo o que faz a Beleza.

Quer vocês tenham a oportunidade de reencontrar MARIA, já, alguns de vocês (porque ela os chamou, porque vocês a sentiram), ou com uma de minhas Irmãs ou, ainda, com seu Duplo, quem quer que seja, vocês não poderão mais, jamais, duvidar, vocês o sabem.

Então, talvez, para aqueles de vocês que não o vivem, há, ainda, medos.
Voltem a tornar-se o mais simples possível.

Não há mais questão.
Não há mais palavra.

Há apenas a evidência do que há a viver.
Há apenas a evidência de que nós estamos com vocês.
Há apenas a evidência de que nós jamais saímos e que apenas as ilusões, os Véus, como lhes disse IRMÃO K (ndr: sua intervenção de 1 de julho), estavam, ainda presentes.

Nós estamos aí para sua Liberdade.
Nós estamos aí para o Amor.
Nós estamos aí para a Alegria, para a Verdade.

Entrem em si,
Estejam vivos, inteiramente.
Mesmo se vocês não sejam essa vida, esse corpo, como lhes dizem alguns intervenientes.

Vocês são bem mais do que isso: vocês são a Vida e o Amor, e nada mais, absolutamente nada mais. E, para isso, é preciso ser muito simples, é preciso acolher essa doação da Vida.

Dar-se, Abandonar-se ao Cristo é reencontrar a Paz, aquela que não conhece qualquer limite, qualquer medo.

Essa Paz, vocês têm o meio de vivê-la, aqui mesmo, aí, onde vocês estão. E é dessa Paz que se encontrará a facilidade de viver o que se está vivendo: essa Ascensão.

Nada há de complicado.
Vão ao mais simples e ao mais curto.

É claro, existem inumeráveis técnicas, inumeráveis meios de aproximar-se e de superar alguns medos sobre os quais, talvez, vocês ajam, hoje. Mas retenham, de qualquer forma, que o mais importante, o mais evidente é ser simples, compreender que, quaisquer que sejam os medos que vocês experimentem, eles não são vocês, que qualquer que seja o que a Vida oferece-lhes ou retira-lhes, isso não é vocês.

Se vocês são capazes de estar nessa benevolência da Infância, de não julgar, de não condenar, simplesmente, estar aí, tranquilos, então, paradoxalmente, tudo se tornará cada vez mais fácil, quaisquer que sejam os ruídos e os tormentos desse mundo.

O melhor modo, aliás, de acompanhá-los e de ponderá-los, é sua Infância e sua Simplicidade, sua Profundidade, a precisão de sua tranquilidade.

Tudo está aí, doravante.
Efetivamente, tudo está consumado, a Terra dá-lhes a ver, o que vocês vivem nesse corpo dá-lhes a ver e a viver, ou dar-lhes-ão a viver e a ver, a partir do instante em que vocês acolhem, na maior das Simplicidades, essa grande Majestade que vem a vocês.

Apaguem-se, não para destruírem-se, não para desaparecerem, mas, justamente, para aparecer na Luz.

Vocês têm sido nomeados os Filhos do Um, os Filhos da Eternidade, as Sementes de Estrelas.

Mas nós somos, todos, sem exceção, Amor.
Só o medo pode dar a ver o inverso e a viver o inverso, mas isso não é verdade.

A Humildade, a Simplicidade, o Caminho da Infância serão de grande ajuda no que vocês têm a passar e no que acontece agora.

Cultivem a Paz.
Cultivem a Tranquilidade.
Tomem tempo para vocês, o que quer que a vida peça-lhes.

Amem, Sirvam, façam o que vocês têm a fazer, mas consagrem tempo para essa Tranquilidade.

Se, para você, isso seja ir à natureza, então, vão a ela.
Se é, para vocês, Fusionar com MARIA, comigo, com GEMMA ou outras Irmãs, então, façam-no.

Se é, para vocês, viver a Fusão com seu Corpo de Estado de Ser, com seu Duplo, então, façam-no.

Nada pode opor-se ao Amor, absolutamente nada.
Vocês vão vivê-lo, e é uma grande chance.

Para além de todo tormento, de todo medo, de toda apreensão, vocês poderão verificar, por si mesmos, que esses mecanismos que se produzem (que foram nomeados a Onda da Vida, o Canal Mariano, o Manto Azul da Graça, o Supramental), que todas essas palavras, todos esses qualificativos da Energia, da Vibração, da Consciência podem resumir-se em uma única coisa: Amor e Simplicidade.

O caminho está consumado, agora.
Vocês trabalharam, vocês colheram, e colherão ainda mais, porque a colheita do Amor não conhece qualquer limite.

A partir do instante em que vocês deixam o medo, em que vocês deixam a falta, é que isso se produz em vocês.

Escutem o que acontece, não escutem o Mundo, não escutem os sofrimentos, quaisquer que sejam, porque, no Amor, vocês têm todas as soluções, mesmo se, a priori, isso lhes pareça impossível.

As circunstâncias que vocês vivem, hoje, não são mais as mesmas que há ainda alguns anos.

Os Véus eram tais que era difícil viver o Amor, que era difícil constatar os efeitos do Amor.

Agora, isso não é mais assim.
Agora, através de seus contatos, através dessas experiências que vocês vivem e desses estados específicos diferentes que estão aí, talvez, para vocês, há a prova formal de que é a Verdade.

Sua Alma sabe disso, seu Espírito sabe disso, mesmo se sua pessoa não o saiba, ainda.

Tenham confiança, tenham confiança nessa forma de desaparecimento, de Dissolução, nesse Casamento Místico.

Nada pode enganá-los, nesse nível.
A evidência é total, a partir do instante em que vocês aquiescem, a partir do instante em que vocês mesmos saem do que é obsoleto, do que foi alterado por um amor humano que dependia, unicamente, de uma falta, mas não dessa Plenitude do Amor.

Vivam nossos Reencontros, vivam os Alinhamentos, vivam sua vida.
Mas vivam tudo isso diferentemente, porque, agora, os Véus estão rasgados, totalmente. Não há mais barreiras, as únicas barreiras estão em vocês, não há outras no exterior.

Como o dizia IRMÃO K, os Véus foram retirados, tanto desse mundo como em vocês.

Apenas vocês é que podem sair desses últimos Véus de confinamento que estão, ainda, ao seu redor.

Eles têm por nomes: medo, egoísmo, apreensão, medo da morte, medo do outro, medo de nós.

Se vocês permanecem nessa Simplicidade, tudo isso lhes aparecerá, mas cada vez mais claramente. Isso se tornará tão evidente que vocês se perguntarão, mesmo, como puderam não viver isso antes, como puderam esperar tão longo tempo para Percebê-lo.

Então, é claro, há exercícios que foram comunicados por Anciãos muito eruditos, na arte da Energia, da Vibração, da Consciência.

Eu lhes aporto meu pequeno toque, que é dizer-lhes, hoje, uma vez que os véus estão, todos, rasgados: rasguem o seu, o último.

Abandonem o medo.
O que vocês temem?
Se não é você mesmo, se não é o sofrimento?

Ora, o Amor é tudo, exceto sofrimento.
O que é sofrimento é a falta de Amor e que, qualquer que seja a situação que vocês vivam, se há sofrimento, nada mais há que não vocês, nenhuma circunstância exterior é responsável.

Apenas os Véus é que eram responsáveis.
Não se julguem, do mesmo modo que não julguem a ninguém.
Perdoem e Amem. É o Caminho da Infância, é o Caminho o mais direto, agora também, como em minha vida.

Eu perseverei nesse Caminho e demonstrei que era o mais direto.
Então, hoje, deem-se conta: é diferente mais fácil, com tudo o que vocês sabem, tudo o que vocês têm vivido, tudo o que vocês têm aprendido.
Deem-se conta.

Cabe a vocês decidir: o medo ou o Amor.
Sim, é, efetivamente, isso.

O medo pode vir apenas de vocês, ele é apenas uma ressonância de seu medo Interior.

Quaisquer que sejam as circunstâncias de sua vida, o Amor está por toda a parte, e é o que nós somos, e vocês o vivem e vão vivê-lo, cada vez mais claramente.

Mas, para isso, é preciso ser simples.
Para isso, é preciso permanecer humilde.
É preciso aceitar nada mais ser nesse mundo, para encontrar o que vocês São, na Eternidade. Isso, jamais, foram vãs palavras, aquelas que pronunciou o CRISTO, aquelas que algumas de minhas Irmãs e eu mesma pronunciamos.

Em minha vida, eu escrevia que queria anular-me, ser miserável, desaparecer: isso não era uma negação da vida, e eu não fiz passar isso.

Eu, simplesmente, fiz passar que, quando aceitava desaparecer, quando aceitava nada mais ser, completamente, aqui, eu tinha o primeiro lugar no Céu.

Ora, vocês têm, todos, o primeiro lugar no Céu.
Mas vocês o querem?

Vocês têm a chance de poder viver esse Reencontro conosco, com MARIA.
Eu, filho, eu o vivi apenas uma única vez, e essa única vez transformou minha vida.

Deem-se conta: nós os chamamos por seus nomes, nós viemos acariciar-lhes o rosto, nós viemos abraçá-los e beijá-los.

O que vocês pedem mais?
O que mais lhes é preciso?
O que mais vocês esperam para viver o que Está aí?

Não há qualquer dificuldade de sua vida que possa ter-se diante disso.
É claro, a pequena pessoa vai dizer-lhes que vocês têm tal coisa e tal coisa a realizar, que têm tal coisa a ajustar, mas o que isso quer dizer?
Quem é prioritário?

Reflitam.
E, aliás, Ele vem dizer-lhes, Ele vem perguntar-lhes: «você quer seguir-me?», «você quer Ser o que você É?», «você quer ser Livre, verdadeiramente Livre?».

Cabe a vocês ver, cabe a vocês decidir.
Nós não podemos, apesar de nossa Presença, decidir em seu lugar.
Nós estamos aí para testemunhar nossa Relação, uns com os outros.

Cabe a vocês decidir.
Vão além das palavras.
Ajam e fiquem tranquilos.

Nós estamos em contato, cada vez mais evidente, para muitos de vocês.
Nós o sabemos, porque nós o vivemos. Então, se vocês ainda não o vivem, não tenham qualquer culpa, qualquer temor, há pequenas coisas a ajustar, talvez, em vocês.

Há, talvez, o momento que ainda não chegou, completamente.
Vão para a Simplicidade, cada vez mais.

Amem, amem tudo de sua vida, amem tudo o que se apresenta a vocês.
Superem todo julgamento, todo medo, sejam simples e sejam humildes.

A vida preenchê-los-á, não de presentes desse Mundo, mas de presentes do Céu, que são bem mais Eternos do que as fúteis disputas desse Mundo e os fúteis prazeres desse Mundo.

Eu não lhes peço, contudo, para privarem-se do que quer que seja, mas, simplesmente, definirem sua prioridade, porque ela vai tornar-se cada vez mais evidente, muito rapidamente, dia a dia.

A partir da vinda do Arcanjo MIGUEL, amanhã, e de MARIA, vocês verão, por si mesmos, o que acontece em vocês.

Sejam humildes e o Amor está aí, não um amor de projeção, um amor idealizado, mas a qualidade intrínseca do Amor.

É o que Nós Somos.
Os véus estão rasgados, nós estamos ao seu lado, nós os beijamos e nós os visitamos.

Aceitem-nos e acolham-nos.
Não se fechem, não se fechem em sua fortaleza de medo, em seus sofrimentos, que não têm qualquer valor e qualquer peso em face do Amor.

O Amor é o bálsamo que apaga todo sofrimento, que apaga todo apego, todo drama, qualquer que seja.

Aí está o que eu vim transmitir-lhes, como Estrela próxima de MARIA.
Todas as circunstâncias prévias estão consumadas.

A Terra está Liberada, o Manto Azul da Graça depositou-se sobre seus ombros, e a Onda da Vida reforça-se, doravante, dia a dia e hora a hora.
Aceitem o Êxtase.

Em nome de que vocês se privariam do que vocês São?
Em nome de qual sofrimento e de qual traumatismo vocês teriam medo de viver essa expansão total de Alegria e de Amor?

Reflitam, mas não demasiado.
Sejam simples e tudo se desenrolará, eu diria, maravilhosamente bem.

Então, é claro, se vocês têm necessidade de técnicas, façam-nas, mas não se esqueçam dessa Simplicidade.

Ela é capital e essencial, ela é fundamental.
Tomem tempo, provem-nos, experimentem nossas relações, nossos reencontros, e vocês verão que há apenas o Verdadeiro.

Não tanto nas palavras que podemos dizer-lhes, uns e outros, umas e outras, porque há, sempre, é claro, o filtro da pessoa. Mas experimentem-nos no que vocês sentem, nesse Amor, nessa Alegria e, sobretudo, na Paz.

Porque, quando vocês Realizam uma relação com uma de nós ou um de nós, vocês descobrem a Paz.

Quando vocês Realizam uma Comunhão com um Irmão ou uma Irmã encarnada, vocês vivem a Paz. Se existe, para vocês, um Duplo, então, a Paz está aí, também.

Vocês não podem ignorá-lo.
Vocês não podem fingir que não acreditam nele, que não o veem, porque ele está tão na evidência, mesmo.

Aí está o que minhas humildes palavras e minha humilde Presença deviam acrescentar ao que disse e ao que realizou o Senhor METATRON, hoje.

Quanto a mim, eu fico à sua disposição.
Como eu disse, em minha última vida (e não era uma vã expressão): «eu passarei meu Céu a fazer o Bem sobre a Terra».

E, hoje, mais do que nunca, estou aí para isso.
Não hesitem: chamem-me, nada mais peçam do que estar na Presença e trocar esse Amor.

Vocês encontrarão a Paz, muito rapidamente.
Eu sou TERESA, e continuei a pequena TERESA, e eu os Amo, todos, porque, como o disseram, em suas grandes palavras, os Anciãos: nós somos UM, e tudo isso é apenas um jogo.

Só o Amor é Verdadeiro, mas não o amor que vocês creem, que vocês têm vivido em todas as suas relações, mesmo as mais felizes. É bem além de tudo isso, e vocês têm, agora, os meios, a oportunidade de vivê-lo, na totalidade, inteira e Livremente.

Eu lhes ofereço e peço-lhes um momento de Comunhão entre nós todos.
Esse será meu modo de saudá-los, de amá-los, de dizer-lhes, talvez, muito rapidamente, até breve, para cada um de vocês.

Eu sou, nesse tempo que vem, a Estrela a mais disponível, durante este período.

Tentem, vocês verão.
Do mesmo modo que MIGUEL responde, eu responderei, instantaneamente, ao seu pedido de Amor.

Eu estarei aí.
Então, abramo-nos para esse Amor, para essa Paz.

... Comunhão ...

Eu desejaria que minhas algumas palavras fossem ouvidas por todos aqueles que podem ouvi-las, porque o que eu disse, agora que os últimos Véus foram rasgados, são inscritas além do tempo em que eu as pronunciei.

Elas inscrevem-se na Eternidade e no Amor, que não é unicamente o tempo no qual eu as disse, mas em todo tempo e em todo instante, para aquele que escuta e que escutará e aquele que aceirará.

Minhas Irmãs e meus Irmãos, eu lhes dou a Paz e o Amor.
Eu lhes digo, talvez, até muito em breve, de maneira íntima, ao seu lado.

Vocês não poderão confundir-me e, eu repito, não sou eu que sou importante, é a Relação entre nós, esse Amor que nós trocamos, se o desejam.

Eu sou TERESA, e eu lhes digo até breve.



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Versão do francês para o português: Célia G. –
http://leiturasdaluz.blogspot.com

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