quinta-feira, 19 de julho de 2012

SNOW - O despertar do Grande Espírito [19/07/2012] - Autres Dimensions




19 de julho de 2012.

Mensagem publicada em 20 de julho, pelo site AUTRES DIMENSIONS.


Áudio da Mensagem em Português

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Meu nome é Snow.

Eu estou na alegria de vir falar-lhes.
Eu venho contar-lhes uma história.

Essa história é ligada, profundamente, à história de meu povo, ao que eu era, em uma encarnação, há algum tempo, sobre esta Terra.

Meu povo (como muitos povos que não o sofreram, de modo tão dramático, naquela época, pelo menos, o esquecimento que é aquele do ocidental), como o conjunto dos povos nativos, nós soubemos, há algum tempo, ainda, manter a Comunhão com o Grande Espírito e com seus elementos, porque os elementos da Terra, que nos constituem, a todos, quando estamos aqui, presentes sobre esse mundo, são os Cavalos do Grande Espírito.

Hoje, vocês sabem, mesmo os povos nativos perderam, para a maior parte, essa conexão ao Grande Espírito, que volta, agora, a grandes passos, como anunciado pela maior parte de nossos xamãs, de nossos médiuns.

O que vem, nós, índios, chamávamos o despertar do Grande Espírito, marcado pelo despertar da Terra, pelo canto da Fênix, que assinala o fim do esquecimento.

Os elementos são os Cavalos do Grande Espírito e, eles também, já cantam, sobre a Terra, o fim do esquecimento.

Nosso corpo pertence a esta Terra.
Assim que nascemos, nós somos reunidos pelos Cavalos do Grande Espírito.
Esses Cavalos, há algum tempo e, sobretudo, desde que o tam-tam da Terra retumba, colocaram-se em movimento.

Vocês os nomeiam, aliás, no Ocidente, os Quatro Cavaleiros do Apocalipse. O corpo de carne é constituído desses Quatro Cavalos e, eles também, põem-se em movimento.

Então, é claro, os mais eruditos do que eu falaram-lhes desses primeiros movimentos dos Cavalos: elementos, em vocês.

Muitos, entre vocês, viveram a realidade disso, ou as primícias, mas, hoje, o Grande Espírito deu o impulso para esses Cavalos prepararem o despertar da Fênix, o retorno do Grande Espírito, qualquer que seja o nome que se dê a ele, de acordo com os nativos ou de acordo com o ocidental.

O que a natureza dá-lhes a ver, um pouco por toda a Terra: os Cavalos que aceleram, aceleram, também, em vocês.

Os quatro elementos, como vocês os chamam, tornam-se cada vez mais ativos, o que lhes dá a viver, nesse corpo, nessa carne, coisas não habituais, para vocês, mas que, há ainda pouco tempo, para os nativos, eram habituais.

Nós seguimos a Terra, seguimos seus ritmos, seguimos seus elementos.
Não havia, para nós, qualquer separação entre esse corpo e os elementos da natureza com os quais ele é constituído.

Há tempos não muito antigos (e no tempo, ainda, em que eu estava encarnada em meu povo), nós podíamos ser o Vento, o Fogo, a Terra e o Ar, simplesmente, porque nós estávamos conectados, como vocês dizem, ao Grande Espírito.

O que vocês sentem em seus corpos, o que atravessa sua consciência é, muito exatamente, isso.

Então, quaisquer que sejam os nomes (quer vocês chamem a isso a energia, centros de energia ou qualquer outra coisa como, por exemplo, o canal de comunicação conosco), tudo isso resulta da reunião dos elementos, mas elementos que despertaram, em vocês, como eles despertaram sobre a Terra. E os elementos, já há algum tempo, aceleram, eles se tornam mais impetuosos.

Então, para aquele que é persuadido de ser apenas esse corpo, isso é um perigo, e o perigo pode vir da Água, do Fogo, da Terra e do ar.

Os quatro elementos, os Quatro Cavalos cantam.
Eles cantam o retorno do Grande Espírito.

O Ar torna-se potente.
A Água recobre as terras e o Fogo queima a madeira e a Terra esvazia-se.

Esse é o apelo do Grande Espírito.
Então, é claro, aqueles que não percebem o Grande Espírito em si, e os Cavalos que estão em movimento, chamam a isso uma catástrofe.

Não há qualquer catástrofe para aquele que está religado aos elementos, é apenas a transformação normal, que está em ressonância direta com o retorno do Grande Espírito.

Os povos nativos, onde quer que estejam sobre a Terra, o sentem.
Vocês, ocidentais, abertos, o sabem.

Aqueles que duvidam, duvidam, ainda.
E aqueles que de nada duvidam, duvidarão, até o último instante, porque seus olhos não podem ver, porque seu corpo não pode sentir enquanto os quatro elementos não se reuniram, junto ao Grande Espírito, transportados pelo Éter.

É claro, a Terra e os elementos fazem apenas começar.
Eu sei que, há algum tempo, o Comandante dos Anciãos (ndr: O.M. AÏVANHOV) falou-lhes dos vulcões, da Água, dos ventos e da Terra.

Tudo isso se desenrola sob seus olhos, se vocês o sentem.
Tudo isso diz respeito à sua consciência, se vocês estão em um território que é afetado ou se vocês recebem as informações de qualquer maneira.

Mas o corpo de carne do ser humano é assim feito, que sua consciência dirige-o a um sentido ou ao outro, e se essa consciência não quer ver, ela não verá, até o momento em que os Quatro Cavalos estiverem reunidos.

E isso está a caminho.
Vocês chamam a isso sinais, para aqueles que os veem, para aqueles que duvidam disso.

Nós, nós já cantamos o retorno do Grande Espírito, a mudança dos elementos, a mudança da Terra, a mudança do Céu e do Ar, a mudança da Água e do Fogo.

O que se desenrola nesse corpo de carne, vocês podem qualificar por um dos Cavalos ou um dos elementos.

Há o Fogo.
Há a Água: a Água da Terra ou a Água do Céu, que se escoa sobre vocês, que sobe em vocês.

Há o Ar, que circula ao seu redor.
Há o Fogo, no eixo central desse corpo, no peito ou no ventre ou na cabeça ou nos três.

E isso está, perfeitamente, em acordo, porque nós somos constituídos, quando estamos nessa carne, da mesma natureza que a Terra.

O Grande Espírito começou a fazer-se sentir.
Os elementos despertaram, tanto sobre a Terra como em vocês.
Então, vocês devem estar à escuta porque, a um momento, quando os elementos põem-se em movimento, vocês não podem fazer a diferença entre esse corpo e o corpo da Terra.

Vocês são a mesma realidade.
Então, o que se eleva dos vulcões da Terra eleva-se em vocês.

A água que se espalha sobre a Terra é a Água que os recobre.
E isso é similar, para os Quatro Cavalos, esses Quatro Cavaleiros.

A partir do instante em que vocês tomam consciência do que se desenrola em vocês, ou que vocês tomam consciência, também, do que se desenrola sobre a Terra, seja com felicidade ou terror, nada muda, porque vocês constatam que, naquele momento, pouco a pouco, a impressão de serem separados da natureza, dos elementos, de tudo o que vive sobre a Terra, vai desaparecer.

Se o vento levanta-se, de maneira mais tempestuosa do que antes, ele se levanta, também, em vocês.

Tudo isso para dizer-lhes que a separação artificial entre o que está dentro e o que está fora, vocês vão vivê-la como o desaparecimento dela.

Alguns Anciãos falaram-lhes de Véus.
Eu lhes digo que os elementos que lhes são visíveis – porque vocês os vivem ou porque vocês ouviram falar deles – vivem-se, também, em vocês.

Virá um momento em que vocês serão o Vento, vocês serão o Ar, vocês serão o Fogo, e vocês serão a Terra, que os conduz, de maneira necessária, a não mais separar vocês e o resto.

O Grande Espírito envia seus Cavalos como um último aviso.
Esse aviso não é nem uma catástrofe, nem um castigo, mas vem abalar o que ainda não foi abalado em vocês.

O Fogo da Terra é, também, seu Fogo.
A água que muda de lugar muda de lugar, também, em vocês.
O que vocês observam ou o que ouvem falar – ou o que vivem, no território em que estão – produz-se, exatamente, do mesmo modo, em vocês.

Em breve, vocês não poderão mais nem ignorá-lo, nem negá-lo, porque vocês o viverão.

Os Véus sobre os Cavalos desapareceram, como eles desapareceram em vocês.

Se vocês estão Liberados, a Terra está Liberada.
A carne da Terra muda.
O céu da Terra muda.

Seu Céu muda.
Sua Terra muda.

Tudo o que vocês podem viver nesse corpo, vive-se sobre a Terra.
Isso não é, unicamente, uma analogia ou uma ressonância, é a mesma coisa: não há diferença e isso, se vocês não o vivem, vão vivê-lo.

Quanto mais os Cavalos vão acelerar seu movimento, sua manifestação, vocês constatarão que mais esse corpo acelera, ele também.

O que vocês nomeiam as Vibrações são as mesmas, para a natureza como para vocês.

Do mesmo modo que há Irmãos e Irmãs que o vivem, do mesmo modo, de momento, há territórios que o vivem, e há Irmãos e Irmãs que não o vivem, e há territórios que não o vivem.

Neste país [França], vocês estão sobre um território no qual os Cavalos, verdadeiramente, ainda não aceleraram, mesmo se vocês tenham, por vezes, tomado a dianteira, alguns de vocês.

Mas há um momento em que, quando o Apelo do Céu retumbar, quando tudo isso vai igualar-se.

E o efeito dos Cavalos, dos elementos, não será o mesmo, conforme vocês estejam preparados ou não preparados.

A única preparação, agora, é, sobretudo, estarem abertos ao Grande
Espírito. Não é cogitar ou preparar circunstâncias exteriores em relação aos Cavalos, mas, efetivamente, preparar seus Cavalos, os seus, porque são vocês que os conduzem, e a melhor maneira de conduzi-los é deixá-los agir.

Quando essa ressonância instalar-se vocês constatarão – como meu povo pôde constatá-lo, em tempos não tão remotos – que vocês são tanto o Fogo, como a Terra, como o Ar e como a Água, sem qualquer dificuldade.

Se vocês deixam os Cavalos agirem, se deixam os emissários do Grande Espírito trabalharem, eles transformarão, do mesmo modo, sua Terra, como a terra da Terra, seu corpo.

Do mesmo modo que a árvore não pode resistir ao Fogo, do mesmo modo que a Terra não pode resistir à Água que se deposita sobre ela, vocês também, vocês não podem resistir.

Só aquele que se opõe ao Grande Espírito crê que pode resistir à onda do Grande Espírito.

Isso tem apenas um tempo e esse tempo está concluído.
O apelo da Fênix, o apelo da Terra, o apelo dos Cavalos está em vocês.

Se vocês vivem isso, não haverá mais nem Interior, nem exterior.
Vocês serão, e vocês se tornarão o que São: o Grande Espírito.

Tudo o que está separado, dividido, não poderá manter-se em vocês, como ao seu redor, para os Irmãos e Irmãs, como para a própria Terra.

Um Ancião havia dito a vocês: haverá uma nova Terra e novos Céus.
Ninguém jamais lhes disse que essa nova Terra e esses novos Céus eram um arranjo, mas é, efetivamente, algo de novo, totalmente.

Do mesmo modo que os elementos que estão trabalhando, em vocês, fazem-nos descobrir algo de novo.

O que vocês São, no Grande Espírito, é não mais condicionado pelo medo, pela ausência do Grande Espírito.

Então, como eu disse em minhas algumas intervenções anteriores, vão à natureza, afastem-se, ainda que apenas por momentos, do que foi construído pelos Irmãos e as Irmãs privados de Grande Espírito.

Vão para o que é natural, seja no que entra em seu corpo, porque esse corpo não tem necessidade de coisas transformadas pelo pensamento de ninguém: o alimento natural, o menos preparado, é o que lhes convirá.

Busquem a mata, porque a mata da floresta já reencontrou a totalidade do Espírito.

Busquem a companhia da água, porque a água, também, recebeu seu batismo do Alto.

Aproveitem, tanto quanto possam, do que lhes oferece a natureza, aí, onde vocês estão. Isso permitirá, em vocês, uma melhor harmonização e uma melhor sincronização com o que a natureza tem a dizer-lhes, a dar-lhes, porque ela, também, vive os Quatro Cavalos.

A natureza não resiste ao Grande Espírito.
O humano resiste.

Então, eu sei que outras Estrelas e Anciãos deram-lhes sinais a observar, para saber se tal Irmão ou tal Irmã pode ressoar com vocês.

Não se coloquem essa questão com a natureza, porque ela ressoará, necessariamente, com vocês, a partir do instante em que vocês deixam os Cavalos dela, já modificados, agir em vocês.

Tomem o orvalho da manhã sob seus pés, porque a Onda da Vida e da Graça, como vocês a nomeiam, já estão aí.

Não se esqueçam do Sol e do Céu.
Voltem seus olhares a outros lugares que não suas preocupações, alguns instantes.

Olhem o céu, a noite.
Olhem as nuvens, porque elas portam os Cavalos.
Olhem as cores, porque olhando-as, vocês superam o que olham e começarão a comungar, também, com os elementos na natureza.

Isso reforçará sua possibilidade de comunicar-se, pelo Amor, conosco e com os Irmãos e as Irmãs que se voltam, eles também, para o Grande Espírito.

A natureza, mais do que nunca, é sua ajuda.
Eu diria, mesmo, para muitos, seu bálsamo, porque tudo o que vem da Terra acolheu em si, a liberação da Terra, sejam os alimentos que não foram preparados, sejam as matas, as águas e, mesmo, o que vem da Terra: as pedras e os cristais.

Há, sempre algo, para vocês, na natureza e bem mais do que antes, agora que os Cavalos estão em ação.

Lembrem-se disso nos momentos em que a dúvida, o medo, a cabeça possam manifestar-se e impedi-los de estarem religados ao Grande Espírito.

Tudo aí está, na natureza, e tudo aí estará, cada vez mais facilitado, tudo aí estará, cada vez mais vivo.

Voltem-se para ela e ela se voltará para vocês.
Porque os Cavalos da natureza vão, entrando em contato com vocês, fazer desaparecer o que é, justamente, responsável pelo medo: a diferença que fazem entre vocês e o exterior.

É graças à natureza que vocês terão a maior chance de viver que não há Interior e exterior, que os prepara ao Grande Espírito, assim como à nossa Presença ao seu lado. E isso facilitará, mesmo, sua capacidade para sentir-nos e viver-nos.

A ajuda está na natureza.
Ela não está nas imagens projetadas de suas telas.
Ela está nesse contato, direto e íntimo, que vai dar-lhes a viver que vocês são a árvore, a água, o Sol, o céu, as nuvens, tudo aquilo a que prestarem atenção, assim que olharem isso com todo seu Ser.

O Grande Espírito ali está.
Os elementos da natureza transformaram-se e têm uma pequena dianteira sobre vocês.

Sirvam-se disso, porque a natureza facilitará todo o resto em vocês.
Eu não lhes peço, nem aconselho viver na natureza, é claro, mas ali mergulhar.

E peçam, peçam ao Grande Espírito, aos Quatro Cavalos, aos elementos, para entrarem em vocês, e vocês abolirão essa separação fictícia, abolirão todas as barreiras, tornar-se-ão permeáveis e irão para a Transparência. Isso cultivará, em vocês, a Humildade e a Simplicidade, e lhes dará, se ainda não é o caso, viver o batismo da Água e do Fogo, nesse corpo.

Mais do que nunca, o Céu, a Terra, os elementos são suas ajudas.
Mais do que nunca, se vocês superam o olhar exterior, mesmo no excesso desses elementos, encontrarão a força e o Amor.

Ainda que vocês consagrem apenas cinco minutos – se vocês não têm o tempo, no mínimo, pensem nisso – para olhar algo na natureza, algo sobre a Terra, algo no Céu, vocês sentirão muito, muito rapidamente, os efeitos disso.

Do mesmo modo que quando da liberação do Sol, os Anciãos, alguns, disseram para olhar o Sol, para colocarem-se em face do Sol: é o mesmo para o que acontece sobre a Terra, agora.

Os lugares nos quais os Quatro Cavalos estão mais ativos, fora desse território, são elementos importantes do apelo da Fênix e de MARIA, para esses povos.

Eu retomo uma expressão do Comandante dos Anciãos (ndr: O.M. AÏVANHOV): o que o olhar exterior pode, por vezes, chamar a morte, o que a lagarta chama a morte, a borboleta chama o nascimento.

Lembrem-se disso.
A natureza vai lembrá-los disso, de maneira forte e evidente.

A natureza não é um inimigo, ela é sua aliada – o que quer que ela diga, o que quer que ela faça – porque, no mais difícil do fogo, no mais difícil da tempestade, no mais difícil da inundação, no mais difícil do tam-tam da Terra, há o que é necessário para abrir o Espírito.

O mais importante está aí.
Então, é claro, se vocês permanecem no olhar exterior, o olhar exterior sempre verá, ali, apenas um dilúvio, um apocalipse, em seu sentido negro. Mas, se vocês aceitam escutar a natureza no que ela tem a dizer-lhes, aquilo será tudo, exceto isso.

Qual olhar vocês põem?
Disso decorrerá a facilidade, desse corpo que vocês habitam, para viver o que pedem os elementos.

Aproveitem, nestes tempos, no território que é o seu ou outros, das perturbações ou das acelerações, seja da Água, da própria Terra, do Ar ou do Fogo porque, o que se manifestar em seu território, manifestar-se-á em seu corpo.

E o que se manifesta em seu território, em relação aos Cavalos, tem algo a dizer-lhes, de essencial.

Não é por acaso se o Fogo é mais forte em alguns territórios, enquanto a Água é mais forte em outros territórios.

O território no qual vocês estão tem a falar-lhes.
Ele tem a transmitir-lhes algo e a resgatar vocês mesmos.

Se vocês estão atentos, ele lhes dirá isso.
Não tenham medo, qualquer que seja o cavalo que se manifeste a vocês, aí, onde estão, mas escutem-no.

Se o céu acima de vocês ruge, não temam o relâmpago.
Se a água recobre o solo, não temam a água.

Se o fogo queima sua mata, não temam o fogo, mas escutem o que ele tem a dizer-lhes, porque a mensagem está, para você, aí onde vocês estão, e se vocês a escutam, naquele momento, viverão, real e concretamente, que não há qualquer Interior, qualquer exterior, que vocês estão em vocês, por toda a parte.

Isso porá fim, definitivamente, ao isolamento e ao sofrimento.
É claro, isso é possível, também, com nossos Irmãos e nossas Irmãs que não se voltaram para o Grande Espírito e que portam os sinais, que vocês conhecem.

Voltem-se para eles, do mesmo modo que vocês podem voltar-se para nós.
Nós estamos aí para isso.

Não façam diferença entre nossos Irmãos e nossas Irmãs que estão em um corpo e nós, de onde estamos, e a natureza.

Aí, onde estão, vocês são nutridos pelo céu e a terra, daí, onde vocês estão. Aceitem ver e nutrir-se de modificações dos elementos que sobrevêm aí, onde vocês estão.

Não há que preservar-se disso, não há que evitá-lo, mas, efetivamente, colher a mensagem, do lugar onde vocês estão porque, se vocês aceitam essa mensagem, então, o Grande Espírito estará aí.

De sua capacidade para comunicar-se, para comungar com a natureza, daí, de onde vocês estão, vocês sairão abertos e em paz.

Isso é muito fácil, isso não requer uma cogitação, isso não requer uma compreensão, mas, efetivamente, que vocês mergulhem no que os Cavalos têm a dizer-lhes.

Lembrem-se: a mata, a Água, o Fogo, a Terra, o Ar, os animais vivem, já, a movimentação dos elementos e, aliás, alguns irmãos animais deixam-nos, eles reencontram o que eles são. Não vejam, aí tampouco, com um olhar exterior, algo de catastrófico, porque seu olhar exterior é falso.

Se vocês conseguissem penetrar a essência dos golfinhos que deixam a Terra, perceberiam a imensa alegria deles, e não qualquer sofrimento. Ainda uma vez, tudo depende do olhar, exterior ou interior: aquele da cabeça ou aquele do Coração.

E o Coração não diz, de modo algum, a mesma coisa que a cabeça.
Cabe a vocês viver essas experiências, a vocês decidi-lo e a vocês verem a Verdade disso, no Coração, e não, unicamente, de acordo com as aparências que são dadas a ver.

A Terra e o Sol são Liberados.
Vocês são Liberados.

Vocês são regenerados, ressuscitados, como diriam alguns.
Novos Céus, uma nova Terra: é agora.

O Grande Espírito e a Terra chegaram a um acordo.
Do mesmo modo que os elementos chegaram a um acordo, em vocês.
Quer vocês estejam fechados ou abertos ao Grande Espírito, nada muda.
O Céu, o Grande Espírito é o mesmo para todos, e os efeitos de sua Luz, de seu Sopro que vem do cosmos é o mesmo para cada um, agora.

É claro, o olhar da cabeça vai falar de algo que não é normal.
Mas o olhar do Coração sabe que isso é normal e, mesmo, indispensável.

Cabe a vocês decidir onde se colocam.
Vocês vão seguir aqueles que têm medo e que contribuíram para afastar o Grande Espírito?

Ou vão escutar o que nós lhes dizemos, o que lhes dizem seus Irmãos e suas Irmãs no Coração?

O que lhes diz a natureza?
O evento é o mesmo, mas a mensagem recebida é diferente.
Isso se deve, unicamente, ao que vocês creem ser, ao que pensam, na cabeça.

Se vocês deixam o Vento, o Ar, o Fogo e a Terra agirem, na natureza, bem, verão que, muito rapidamente, isso vai mudar.

O que eu lhes digo, hoje, não teria podido ser dito há seis meses.
Era necessário que a Onda da Vida, que vem do centro da Terra, chegasse, não, unicamente, em vocês, mas na superfície da Terra e embebesse, de algum modo, a natureza.

É coisa feita, e isso se tornará cada vez mais fácil a partir de amanhã.
Não se esqueçam disso.

Vocês constatarão, por si mesmos, a verdade do que eu lhes digo e que as Estrelas encarregaram-me de dizer-lhes, porque eu sou aquela, com minha Irmã NO EYES, que conhece melhor a Terra, em sua essência e em sua Vida.

Eu nada posso dizer-lhes de melhor do que vivê-lo, experimentá-lo.
Façam-no, sem pensar duas vezes, sem nada pedir mais do que ali estar imerso, e vocês verão.

A água não é mais a mesma.
A Terra não é mais a mesma.
O fogo não é mais o mesmo.

E o ar, tampouco.
O Grande Espírito insuflou-os, com algo que estava perdido e que foi reencontrado.

Então, vivam-no e vocês verão.
Não há diferença, para viver isso, entre um Irmão e uma Irmã de um povo nativo, hoje, e um ocidental, entre um urbano e um camponês.

É preciso, ainda, que o urbano ali vá.
É preciso, ainda, que o camponês volte-se, realmente, para a natureza, ali mergulhar. Mas vocês têm, todos, a mesma possibilidade de ali mergulhar e de ver, com o Coração, o que vai acontecer.

À noite, também, os raios do Grande Espírito são mais fáceis de viver, porque o Sol está do outro lado. Então, os raios do cosmos são, naqueles momentos, muito mais intensos.

Vocês constatarão, aliás, que, em suas noites, acontecem coisas cada vez mais marcantes, e aqueles que não dormem constatam que esse corpo de carne põe-se a tremer, a manifestar coisas que não estavam ali antes, muito mais à noite.

Aproveitem disso.
Vivam-no.

Mais nenhuma dúvida poderá, então, invadi-los.
Aí está o que eu tinha a transmitir-lhes.

O Grande Espírito, qualquer que seja o nome que vocês deem a Ele, vocês (A Fonte, o próprio Absoluto), os elementos, tudo isso está no lugar, a partir de amanhã.

Eu os convido, portanto, a fazer a experiência, assim que o Manto Azul da Graça estiver, inteiramente, depositado sobre a Terra e sobre vocês.

Eu sou Snow.
Que o Grande Espírito acalme-os.

Estejam em paz e, então, eu os abençôo em seu nome.
Eu lhes digo até mais tarde.

Obrigada.


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Versão do francês para o português: Célia G. –
http://leiturasdaluz.blogspot.com

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