quarta-feira, 9 de maio de 2012

IRMÃO K - A Verdade Aparecerá no Grande Dia [09/05/2012] - Autres Dimensions





09 de maio de 2012.

Mensagem publicada em 10 de maio, pelo site AUTRES DIMENSIONS.



Áudio da Mensagem em Francês

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Áudio da Mensagem em Português

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Meu nome é IRMÃO K.

Irmãos e Irmãs na humanidade, presentes sobre esta Terra, eu rendo Graças à sua Presença e à sua escuta.

Eu venho exprimir-me entre vocês sobre a noção de Verdade.
Isso os remete a um prolongamento, de algum modo, do que foi enunciado pelo Arcanjo ANAEL, concernente à verdade relativa e à Verdade Absoluta (ndr: ver, em especial, as intervenções de ANAEL de 10 de outubro de 2010 – e de 13 de agosto de 2010, na rubrica «mensagens a ler»).

Eu exprimirei isso, se efetivamente quiserem, por esta expressão: «ver a Verdade de frente».

Na verdade relativa, que é esse mundo, será necessário, de algum modo, redefinir a Verdade, ver essa Verdade e aceitá-la.

Frequentemente, a verdade, na humanidade, é concebida como o que faz referência a um âmbito de validade e de validação oriundo, ao mesmo tempo, de capacidades de julgamento, de capacidades de experiências já vividas e, também, em função de certo número de emoções (vividas, elas também, ou a viver).

A verdade de um ser humano exprime-se, sempre, em função de uma circunstância temporal linear.

Nós sabemos, todos, por tê-lo vivido na encarnação, que uma verdade, um dia, não é mais uma verdade no dia seguinte.

A verdade faz parte, efetivamente, de algo que é efêmero, enquanto vocês continuam no relativo.

A verdade será, sempre, colorida, eu repito, por sua própria experiência, por seu próprio julgamento de valor, por um próprio acordo ou desacordo com o que é observado, o que é visto e, portanto, o que é julgado.

A verdade relativa inscreve-se, portanto, em um quadro de referência que é aquele de sua vida, de sua experiência, de suas crenças, de suas emoções e, também, do instante.

A verdade não é, portanto, imutável.
Ela faz parte do que se transforma, do que muda, em função de circunstâncias de vida, a título coletivo e a título individual.

Existem muitos provérbios que falam de verdade.
Todas as verdades não são boas a dizer.

As verdades podem ser, muito frequentemente, modificadas, de acordo com o humor do momento.

«Ver a Verdade de frente», eu gostaria de inscrever isso nas transformações que estão em obra, atualmente, em vocês. Porque o que acontece e desenrola-se no Interior de vocês mesmos vai levá-los a reconsiderar o que é a verdade.

A verdade não será mais, unicamente, uma apreciação ou um julgamento (função de suas experiências passadas, de seus humores e de suas emoções, assim como eu acabo de definir), mas, bem mais, da Verdade da experiência que é vivida.

Isso supera, amplamente, o quadro do sentir, o quadro da intuição que, ele também, faz referência ao que é veiculado em sua própria vivência: a verdade de um não é a verdade do outro, no relativo.

Contudo, em função de modificações que inúmeros Anciões e Estrelas, assim como Arcanjos descrevem-lhes há agora quase três meses, sua verdade será chamada a ser, de algum modo, redefinida.

Não mais em relação a uma experiência passada, não mais em relação a um quadro de referência (moral, social ou outro), mas, bem mais, porque é vivido, pela própria Vibração.

A particularidade desse tempo é, portanto, de algum modo, o aparecimento (se se pode dizê-lo) do Absoluto em seu campo de consciência ou, no mínimo, do Si, em seu campo de consciência.

A verdade não poderá mais ser, simplesmente, um enunciado verbal.
A verdade não poderá mais ser mantida ou sustentada em relação ao seu quadro de referência passada, em relação às suas emoções, em relação aos seus humores ou em relação às suas próprias experiências anteriores.

A verdade será chamada a redefinir-se, em função de sua vivência do instante. E isso, é claro, está bem distante do simples sentir, da simples intuição, do que poderia ser bom ou não para vocês (e que poderia ser, ao inverso, não bom ou bom para outro alguém).

A verdade relativa vai tender, de algum modo, a apagar-se diante da Verdade Absoluta. Essa Verdade Absoluta não é, absolutamente, condicionada pela experiência desse mundo, e sobre esse mundo, mas, efetivamente, por aspectos inéditos, que tocam, ao mesmo tempo e de modo intimamente entrelaçado, a Vibração e a Consciência.

Algumas verdades a viver poderiam ser definidas – em relação ao quadro de referência anterior da verdade relativa, para vocês – como detestáveis, ou mesmo desagradáveis, ou mesmo opostas às suas convicções, tal como elas eram anteriormente, em função de suas experiências passadas.

O que eu quero dizer com isso é que a experiência que há a viver – ou que é vivida – vai levá-los a novos campos de percepção e novos campos de consciência, que são profunda e radicalmente diferentes do que vocês podiam vislumbrar, viver, até o presente.

Eu faço referência, é claro, sem, contudo, ali atrasar-me, à Onda da Vida, ao Manto Azul da Graça, a todos esses mecanismos de Consciência, Vibratórios ou não, que se desenrolam, atualmente, em seu corpo, nos outros corpos e em sua consciência.

Verdade consiste, também, em aceitar superar o que lhes é conhecido.
O Desconhecido, que não lhes é conhecido, assim como falei há algumas semanas (ndr: intervenção de IRMÃO K, de 14 de abril de 2012), vai levá-los, a despeito de vocês, no mais frequente dos casos, a superar seus próprios quadros de referências, a amplamente transcendê-los, a amplamente abrir-se, de algum modo, a um novo modo de funcionar em sua vida, fazendo, de algum modo, desaparecer os quadros de referências antigos, que eram ligados – e que decorriam, de algum modo –, diretamente, ao confinamento, à fragmentação e à consciência da personalidade.

A verdade toda relativa está se transformando, sob seus olhos, em Verdade Absoluta, que não depende, de modo algum, de seu modo de ver, de modo algum, de suas experiências passadas, de modo algum, de seus julgamentos de valor nem de suas apreciações de valor.

O que é chamado a manifestar-se é, de algum modo, a irrupção do Absoluto, desse modo, também, no campo de sua consciência.

Ver a Verdade de frente é aceitar desfazer-se de tudo o que era válido, ainda ontem, a fim de penetrar os novos campos de experiências que lhes são propostos, aqui mesmo, nesse corpo, aqui mesmo, sobre esse mundo.

Isso necessita de vocês uma atitude de neutralidade, na qual a experiência presente não pode ser referenciada em relação a uma experiência passada, na qual, o que é desvendado e visto, e o que vocês enfrentam não pode ser, de modo algum, comparável ao que foi vivido, experimentado.

Eu quero dizer, com isso, que vocês não poderão mais aplicar pontos de referência anteriores, uma vez que a experiência desenrola-se, e desenrolar-se-á (tanto individual como coletivamente), não lhes deixa, de algum modo, qualquer margem de manobra numa apreciação do que é conhecido.

Ver a Verdade de frente, e vivê-la, vai, portanto, assimilar-se – se se pode dizê-lo – a aspectos da consciência, diretamente, e não mais a aspectos afetivos, emocionais ou quadros de referências oriundos de seu mental e de suas experiências.

Isso representa uma mudança radical, porque vocês serão levados a superar a noção de julgamento, a confiar no instante presente, que é vivido na experiência, que lhes aporta a Verdade.

Vocês não poderão, de modo algum, confiar na intuição, nem mesmo no sentir (no sentido que vocês o entendem), porque não poderão definir essa Verdade em relação a um acordo de sua personalidade.

Pode-se dizer, também, que a Verdade aparecerá no grande dia.
Isso participa, também, da revelação, que está em curso, concernente a tudo o que havia sido falsas verdades, que lhes foram dadas, de algum modo, em pasto como verdades.

Isso concerne, igualmente, às leis da sociedade, isso concerne, igualmente, às leis espirituais que lhes foram sugeridas, como ao conjunto de crenças às quais vocês aderiram até o presente.

A Verdade que se manifesta, e que se manifestará cada vez mais, não permitirá mais fugir dela. Ela exigirá, de vocês, uma qualidade de Transparência, de Humildade e de Simplicidade tal, que vocês não poderão fugir dessa responsabilidade, que vocês não poderão escapar, de maneira alguma, dessa Verdade.

Essa Verdade concerne-lhes, tanto a vocês, no que vocês São, como em suas relações, aqui mesmo, sobre esta Terra.

Tudo o que havia sido aceito anteriormente, e condicionado como uma regra moral ou normal vai, literalmente, despedaçar-se, a fim de deixar lugar ao que eu chamaria esse face a face com a Verdade, que é, de algum modo, uma evidência Vibratória, uma evidência de Consciência que não corresponde, eu repito, a qualquer quadro conhecido.

Inúmeros poetas exprimiram essas Verdades novas sob forma poética.
Eu daria apenas um exemplo disso: quando um poeta diz que seus filhos não são seus filhos, isso lhes parece, efetivamente, poético, mas bem distante do que vocês têm que assumir, quando da educação, bem distante do que têm a fazer respeitar como regras educativas, como regras morais, sociais e, mesmo, familiares. E contudo, o que se desenrola e desenrolar-se-á, cada vez mais, tanto em sua vida como sobre a Terra, vai levá-los a se reposicionarem.

Não mais em relação a algo de exterior (que lhes foi ditado pelo hábito, ditado por experiências passadas), mas que espirrará em vocês, porque isso aparecerá, diretamente, na consciência, como uma evidência.

Essa noção de evidência permitir-lhes-á sair da verdade relativa, de uma verdade condicionada, para desembocar nessa Verdade Absoluta, que se tornará, como eu disse, uma forma de evidência, que não poderá ser discutida, de maneira alguma, nem pelo mental, nem pela emoção, nem por regras, quaisquer que sejam.

Obviamente, vocês podem imaginar, essa evidência da nova Verdade concerne, diretamente, à Luz e sua chegada. O que se traduz, é claro, como vocês talvez o vivam, pelas modificações, por vezes importantes, que se desenrolam nesse corpo que vocês habitam, como em sua própria consciência.

A adição, em suas estruturas, do que foi nomeado o Supramental (ou o aspecto Vibral da Luz), assim como o aparecimento da Onda da Vida mudam, de algum modo, tudo isso.

Tudo isso resultava, como verdades relativas, de noções de confinamento e de leis ditas causais, de ação/reação, não vão mais poder manter-se diante da evidência da Verdade, que é vista face a face, mesmo se não se possa (queira) vê-la.

A verdade relativa, substituída pela Verdade Absoluta corresponde, aí também, à interpenetração e o entrelaçamento de diferentes Dimensões, que põem fim ao isolamento, à separação, à fragmentação.

Nenhuma de suas reflexões passadas, concernentes à sua verdade, poderá manter-se.

Tudo o que foi portado, até o presente, por quadros, quaisquer que sejam, oriundos da lei de causalidade, poderá mais manter-se diante da Lei de Unidade e das manifestações da Luz Vibral.

Alguns de vocês começam a vivê-lo, a título individual.
Isso se traduz por reajustes, necessários, em suas vidas, que os conduz não a julgar ou a condenar a verdade anterior, que era a sua, mas, efetivamente, a estabelecer-se, com facilidade e evidência, nessa nova Verdade.

Lembrem-se de que essa nova Verdade não depende, de modo algum, de um julgamento, de modo algum, de uma apreciação de valor em relação à sua própria experiência, mas decorre, diretamente, desses aspectos, novos, da Onda da Vida e do Supramental.

Foi-lhes, sempre, dito que a Luz Vibral, Supramental, como a Onda da Vida possuíam uma Inteligência própria, e que essa Inteligência própria era, de longe, superior à inteligência humana, porque, de algum modo, a Luz Vibral, como a Onda da Vida, estabelece-se de acordo com esquemas diretores que nada têm a ver com a lei de causalidade, mas que estão em ressonância com a Ação da Graça.

Ação da Graça que pode ser caracterizada por certo número de qualificativos, dos quais, os mais importantes são: a Transparência, a Humildade, a Simplicidade, a Espontaneidade.

Isso lembra, é claro, o que lhes foi enunciado, há algum tempo, concernente aos Pilares do Coração (ndr: as intervenções que apresentam esses Pilares, feitas de 11 a 16 de setembro de 2011, são indicadas na rubrica «Protocolos a praticar – Os Quatro Pilares do Coração» - Ver também na rubrica Coletâneas: Os Pilares do Coração) e a capacidade da consciência de estabelecer-se na Unidade, na Vibração da Coroa Radiante do Coração.

Tudo isso vai concorrer para estabelecê-los nesse face a face com a Luz, e esse face a face com a Verdade.

Vocês serão, de algum modo, confrontados a si mesmos, em suas próprias Sombras, em suas próprias ausências de Luz, em julgamentos portados não importa onde, em relação aos seus quadros de referências que se inscrevem numa causalidade.

A Verdade sai da causalidade.
Ela entra na Liberdade, na evidência, na Transparência, assim como na Humildade, na Simplicidade e na Espontaneidade.

Isso significa que vocês não poderão mais portar julgamento de valor sobre o que quer que seja, para fazer disso uma verdade, mas que a Verdade impor-se-á por si mesma, como uma evidência, em toda Transparência e, sobretudo, em toda Espontaneidade.

A Espontaneidade faz com que a Verdade, que se desenrola e se revela em vocês e ao seu redor, faz cair, de algum modo, as últimas máscaras e as últimas Ilusões.

Ilusões e máscaras que não devem ser julgadas, tampouco, porque elas pertencem a um antigo modo de funcionamento, sobre o qual se sobrepõe um novo modo de funcionamento, que não está, ainda, atualizado para o conjunto da Terra.

Ver a Verdade de frente é, muito exatamente, juntar-se a essa Transparência e essa Espontaneidade.

Quer ela concirna às suas relações consigo mesmo, suas relações com outro (quem quer que seja) ou com um grupo, ou com o conjunto do mundo, é, exatamente, o mesmo princípio que trabalhará, que os faz passar da causalidade à Liberdade.

Essa Liberdade, que está em relação direta – como eu disse – com, de algum modo, uma Liberação do conhecido, que os faz aceder à Liberdade do Desconhecido, se tal é sua escolha, se tal é sua capacidade.

Ver a Verdade de frente é não mais julgar, porque ela se impõe por si mesma como uma evidência, e a evidência vem, aí também, varrer tudo o que havia sido estabelecido como regra, como quadro, como limite, no instante anterior.

Ver a Verdade face a face põe-nos nesse estado de Transparência totalmente inédito para o humano. É claro, o ser humano reivindica a Transparência, em suas ações, em seus atos, em suas relações, mas, obviamente, essa Transparência, inscrita na causalidade, era, de algum modo, velada, aí também, pelos afetos, pelas emoções, pelas crenças, pelo próprio mental.

É, justamente, tudo isso que vai desaparecer, o que os põe, de algum modo, a nu, que os obriga, de certa maneira, a aceitar sua Liberdade.

Daí resultará, em vocês, um sentimento de Liberação, que acompanha (se se pode dizê-lo), precede ou segue os mecanismos descritos, antes de mim, pelo Arcanjo ANAEL (ndr: ver a intervenção de ANAEL, de 9 de maio de 2012), concernente à multilocalização ou a bilocalização.

Vocês se aperceberão de que a Verdade que vocês vivem, na Existência como em outra Consciência, tornar-se-á preponderante para estabelecê-los na Transparência, o que lhes permite, então, olhar a Verdade face a face, em todas as circunstâncias, em toda situação, e com a maior das facilidades, a partir do instante em que vocês aceitam sair, vocês mesmos, da ação/reação.

Tudo isso participa, inegavelmente, de certo número de expressões que lhes foram repetidas, em muito numerosas ocasiões, que requerem nada fazer, que requerem ficar tranquilo, que requerem superar o observador e estar – de algum modo – em uma espécie, não de negação, mas de negação do efêmero, que lhes permite penetrar as Esferas do Absoluto.

Esse Absoluto que se revela de diferentes modos (tanto em sua consciência como na humanidade, inteiramente), chama-os a redefinir, inteiramente, o que vocês chamam o julgamento, a apreciação, seus sentires, ou mesmo suas intuições.

Isso se junta, também, ao que lhes foi possível experimentar, a partir do início das Núpcias Celestes, chamando a resposta do Coração, à qual eu os remeto (ndr: ver a intervenção de RAM, de 28 de março de 2009).

Simplesmente, agora, a resposta do Coração não necessita mais de colocar-se a questão, ao seu próprio Coração, e dele observar a resposta, porque, devido à Espontaneidade, a resposta será imediata, por um aspecto direto e de retransmissão entre a Consciência, a Vibração e a percepção de seu estado Vibratório, no momento em que a Verdade é e os momentos em que a Verdade não é.

Vocês não terão necessidade de realizar um esforço.
Vocês não terão que interrogar-se em relação a uma experiência passada, em relação, mesmo, à resposta do Coração, porque vocês viverão isso no mesmo tempo: um elemento, qualquer que seja, concernente à sua vida ou ao mundo, aparecer-lhes-á.

Sem colocar-se questão, sem ter ação/reação, sem manifestar a mínima necessidade de qualquer escala de valores, vocês terão a resposta e verão a Verdade, o mais claramente.

Isso passará bem além do filtro mental, bem além do que eu defini como a experiência ou os quadros de referências, e conduzi-los-á, portanto, a estabelecer-se nessa Verdade Absoluta, de maneira, aí também, extremamente fluida e extremamente rápida.

O princípio da multidimensionalidade traduz-se, em seu modo de viver e nos próprios mecanismos de sua vida nesse mundo, por esse princípio de evidência, esse princípio de Transparência.

Se vocês vigiam para permanecerem Humildes e Simples, o conjunto de sua vida desenrolar-se-á bem além da Fluidez, bem além da Unicidade, mas preencher-se-á de Graça, realmente, uma vez que vocês estarão, de qualquer modo, não mais submissos à ação/reação, terão transcendido isso, mas estarão Liberados na Ação da Graça.

Nessa Ação da Graça, as questões tornar-se-ão supérfluas.
A Verdade tornar-se-á de uma evidência tal que vocês apenas poderão, de qualquer forma, segui-la, precedê-la, acompanhá-la.

É exatamente isso que vai acontecer.
É exatamente isso que acontece, para aqueles de vocês que já vivem esse mecanismo da Onda da Vida, inteiramente, e que transcenderam, de algum modo, os limites da ação/reação.

Isso, é claro, abre as portas, ao mesmo tempo, ao Si, inteiramente, mas, também, para aqueles de vocês que são os mais aptos a abandonar o Si, a estabelecer-se no Absoluto.

O efeito da Onda de Vida será a resposta.
A resposta não será mais a resposta do Coração, mas uma resposta direta, não intuitiva, não sentida, mas em ressonância direta com o efeito, na Consciência, da Onda de Vida, no momento em que vocês tiverem que ver algo, face a face.

Quer isso seja, eu repito, em suas relações, quer isso seja no que poderiam nomear, ainda, escolhas a fazer, uma vez que as escolhas a fazer decorrem de seu livre arbítrio, mas, absolutamente não, de sua Liberdade.

A Liberdade não é uma escolha.
A Liberdade é a aceitação da evidência da Verdade, em sua vida, que vai conduzi-los a manifestar, cada vez mais facilidade, em todos os sentidos do termo e, também, cada vez mais Alegria e, também, cada vez mais Espontaneidade, Transparência.

Todas as barreiras que haviam sido erigidas em sua própria construção devem desaparecer.

A personalidade deixa o lugar, inteiramente, à Existência.
Isso não é uma vã palavra, nem uma imagem, mas, efetivamente, a Verdade do próprio desenrolar de sua vida sobre esta Terra, porque é aqui, sobre esta Terra, que vocês preparam o mecanismo ascensional, inteiramente, e em todos os setores do que vocês nomeiam a vida.

A Onda da Vida participa disso.
A Vibração do Supramental participa disso.

Tornar-se-á cada vez mais evidente ver a Verdade.
Ver essa Verdade não quer dizer discerni-la, não quer dizer julgá-la, mas, efetivamente, vivê-la, no interior de si e do Si, através de Vibrações, ou, então, no Interior de seu estado, além de qualquer estado Absoluto.

Naquele momento, vocês estarão, suficientemente, na distância de sua personalidade e de seus modos de funcionamento anteriores, que nada do que se desenrolará em sua vida será complicado ou difícil.

Aliás, se se torna complicado ou difícil, isso traduzirá, simplesmente, a persistência, no que vocês são, de dúvidas e de medos que os impedem de ver claramente e de ver a Verdade.

A partir do instante em que as dúvidas e os medos dessa personalidade não existirem mais, tudo se tornará evidência, tudo se fará na maior das graças.
O que quer que seja, nenhum obstáculo será intransponível, porque não há obstáculo, simplesmente.

Passar da ação/reação para a Ação da Graça concernente à Verdade propicía, também, uma Alegria extrema ao nível do Coração, que lhes dá ainda mais facilidade para manifestar essa Alegria do Coração no próprio desenrolar de seu humor, na consciência e no desenrolar de seus dias.

Vocês constatarão, por si mesmos, que seu humor torna-se igual, que ele não é mais influenciado por qualquer verdade, qualquer que seja, mas, efetivamente, que algo, que se revela em vocês, corresponde a uma nova estabilidade, independente de qualquer circunstância exterior, independente de qualquer conhecido.

É isso, muito exatamente, que os chama a Viver a Onda da Vida.
Além mesmo do Êxtase, além mesmo desse estado de gozo e de contentamento, o conjunto de sua vida desenrolar-se-á na Verdade.

Porque nada do que estava presente anteriormente poderá influenciar ou desviar sua vida do que ela deve ser sobre esse mundo, como em seus veículos diversos e variados, quer sejam os seus ou sejam, se se pode dizê-lo, de algum modo, ligados ao fim do confinamento, um corpo de empréstimo.

Tudo isso, vocês são levados a viver.
Isso lhes aparecerá cada vez mais facilmente, a partir do instante em que vocês soltam, de algum modo, os últimos fragmentos de sua personalidade, os últimos quadros de referências, os últimos confinamentos.

Vocês observarão, também, que a instalação da Ação da Graça ou da Lei da Graça pô-los-á na Doação da Graça.

Sua vida será apenas um sorriso.
O olhar que vocês portarão não poderá mais ser, absolutamente, impregnado do mínimo julgamento, da mínima condenação, de si mesmos ou de qualquer outra coisa.

Vocês serão bem mais do que um observador ou que um espectador.
Vocês terão se tornado a própria lucidez.

Aparecer-lhes-á, claramente, a Verdade, tanto a sua como aquela do outro, para além de qualquer julgamento, para além de qualquer apreciação porque, justamente, essas verdades são desprovidas de qualquer personalidade e de qualquer interferência ligada ao que é nomeado o ego, ao que são apegos, ao que são experiências passadas.

Tudo isso está se vivendo.
Tudo isso vai atualizar-se, de maneira cada vez mais nítida, para muitos humanos, no que se desenrola, nesse momento mesmo.

Assim, a atitude do observador, no Si, vai conduzi-los a observar, muito rapidamente, o que se desenrola em sua vida, como na vida daqueles que estão na encarnação com vocês e, eu repito, qualquer que seja o âmbito (amigável, afetivo, social, familiar).

Não existirá mais qualquer diferença e qualquer quadro que possa afetar a Verdade que haverá a viver.

Lembrem-se: essa noção de Espontaneidade, bem mais do que Fluidez, vai preencher seu vocês, sua vida, a partir do instante em que não existir mais a mínima dúvida, o mínimo medo, o que é o caso quando vocês aceitam ver a Verdade de frente e quando estão no caminho, de algum modo, para o abandono do Si.

Tudo isso se desenrola para todo o mundo sobre esta Terra.
É claro, de acordo com as resistências que estiverem presentes na personalidade, isso não será, necessariamente, fácil, de imediato. Mas, a partir do instante em que vocês tiverem aceitado soltar a ação/reação, a partir do instante em que tiverem aceitado soltar o que vem de suas experiências passada, em que toda noção de lucro em relação a uma verdade relativa que lhes serviria para desservir outro Irmão ou outro grupo social ou afetivo, acontecerá na maior das facilidades.

Ver a Verdade de frente é exatamente isso.
Ver a Verdade de frente é não mais depender de uma experiência passada, é não mais depender do conhecido, qualquer que seja, mas depender, unicamente, do instante na Vibração da própria Consciência.

É, portanto, a Vibração da própria Consciência, além da Vibração do Coração, que lhes dará a viver essa Verdade, a vê-la no face a face, aceitá-la, integrá-la e, por vezes, transcendê-la, se ela vem em contradição ou em oposição com o que estava estabelecido em seus quadros de referências anteriores que, como eu disse, vão desaparecer, inteiramente.

Ver a Verdade de frente é, também, aceitar que o conjunto de eventos que se desenrolam sobre esta Terra são bem reais, quaisquer que sejam as informações ou as desinformações que possam existir.

Vocês têm, em vocês, todos os meios, onde quer que vocês estejam sobre esta Terra, de perceber, de maneira evidente, o que acontece, seja em seu corpo, mas, também, no que lhes é dado a ver, seja no sistema social, no sistema afetivo, no sistema familiar, no sistema do clima, no sistema do Sol.

Todos os sistemas, chamados exteriores a vocês, mostrar-lhes-ão, eles também, sinais de mudanças importantes no modo de funcionamento deles.

Seria preciso, verdadeiramente, ser cego, não mais aceitar ver essa Verdade e essa evidência, estar na dúvida e no medo, para não vê-las e voltar à ação/reação, ao invés de estabelecer-se na Doação da Graça.

Estejam, portanto, atentos ao que se desenrola nos eventos que lhes apresenta sua vida, que lhes apresentam suas relações, porque é em meio, mesmo, ao que possa parecer-lhes, num primeiro tempo, difíceis, ou mesmo duras, que se encontra a solução.

Não no fato de lutar contra, não no fato de reagir, mas, bem mais, de colocar-se, de ficar tranquilo e ver o que lhes diz a Onda da Vida, ver o que lhes diz o Supramental, o que daí resulta em seu humor, a partir do instante em que vocês aceitam a Verdade, tal como ela se apresenta.

Vocês não poderão mais contestar a Verdade de ninguém, porque não estarão mais no julgamento, porque, mesmo se a Verdade Absoluta manifeste-se para vocês, lembrem-se de que vocês não têm a mesma verdade relativa, uns com os outros.

O respeito é, também, um fruto, que é realizado pelo acesso a essa Verdade nova, se se pode dizê-lo, que não depende de absolutamente nada de
passado. Se vocês aceitam os agouros, se se pode dizer, e as manifestações do que vai desenrolar-se ou que já se desenrolam, constatarão, com extrema rapidez, que a vida revela, para vocês, muita engenhosidade, muita facilidade, a fim de que tudo possa parecer-lhes doloroso, desagradável, difícil, pesado desapareça de seu campo de percepção, como por milagre, como por mágica.

Isso faz parte da Doação da Graça e da Ação da Graça, a partir do instante em que vocês mesmos estão na Onda da Vida e tornam-se a Onda da vida, tornam-se essa Vibração, esse estremecimento que invade o peito e o corpo.
Assim, portanto, vocês não poderão mais ser tributários do que quer que seja mais que não o que vocês estão se tornando e, certamente, mais do que vocês têm sido, certamente, mais do que vocês têm construído através das diferentes regras da sociedade, do grupo humano.

Assim, a Verdade nova, Absoluta ou relativa, desenrola-se em um aspecto Vibratório e, diretamente, na Consciência, para além de qualquer apreciação ou julgamento de valor, para além de qualquer ilusão, para além de qualquer partido tomado, para além de qualquer busca de lucro pessoal, porque, naquele momento, vocês estarão estabelecidos, realmente, no Coração, e apenas poderão ir ao sentido da evidência, ao sentido da Transparência e, sobretudo, à Espontaneidade.

Vocês constatarão, então, que o conjunto de suas relações inter-humanas, e Interiores a si mesmos, tornar-se-ão muito mais fáceis, muito mais simples. Isso participa, também, da desfragmentação, que põe fim à ilusão, à desconstrução, que põe fim às construções ilusórias, que os restitui à sua Eternidade e a essa Verdade.

Vocês constatarão, então, com extrema facilidade ou, em todo caso, cada vez mais facilmente que, se vocês permanecem nesse estado de Espontaneidade, a vida fornecer-lhes-á, muito exatamente, o que é necessário para vocês.

Nada haverá a procurar, nada haverá a temer, não haverá esforço, porque isso será espontâneo, evidente, natural, perfeitamente natural.

Retenham isso: a partir do instante em que vocês têm que ver uma verdade de frente, ela não está aí para desestabilizá-los, ela não está aí para destruir, mas ela está aí, efetivamente, para transmutar seu modo de ver, modificar seu ponto de vista e modificar sua capacidade, de algum modo, para estabelecer-se no Coração, de maneira estável, de maneira definitiva, sem possibilidade de volta atrás.

O estabelecimento dessa nova Verdade, essa passagem da Consciência, tal como vocês a vivem, de um estado Vibratório a outro, de uma gama de frequências a outra gama de frequências, chamam-nos a essa revolução Interior da Verdade, tanto a sua como aquela do outro.

E isso não é para ser pensado.
Isso não é para ser construído porque, lembrem-se: tudo se fará espontaneamente, nessa famosa Transparência e nessa famosa Espontaneidade.

Aí estão as palavras que eu tinha a dar-lhes.
É claro, resta-nos tempo e estou, portanto, disponível, com um grande prazer se, em relação ao que eu acabo de exprimir, apresentem-se, em vocês, interrogações e questões.

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Questão: viver a Realidade Absoluta em face de alguém que está na verdade relativa, no aspecto da espontaneidade que se pode ter, não arrisca ser relativamente violento para o outro?

Pode ser, num primeiro tempo.
Mas, como vocês constatarão, isso desaparecerá, muito rapidamente, por uma razão extremamente simples: essa Verdade Absoluta desenrola-se sob a ação da Onda da Vida e da Luz Vibral.

Mesmo se a oposição seja qualificada de violenta, num primeiro tempo, porque o outro deve reajustar-se, aberto ou não aberto (entre aspas), vocês constatarão, muito rapidamente, que esse aspecto de vocês mesmos, que transcende as verdades relativas, que os instala na Morada de Paz Suprema, não pode deixar qualquer tomada do exterior sobre esse estado, fazendo e pondo em evidência a Lei de Ação da Graça, mas, também, a Lei de Ressonância, como jamais vocês a conheceram, ao mesmo tempo.

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Questão: a espontaneidade deve ser exercida tanto no Verbo como na expressão de si mesmo?

A espontaneidade não é algo que se exerça, porque se decida.

Ela decorre do novo estado Vibratório, dela mesma.
Ela não tem que ser procurada.

Ela não tem que ser o objeto de qualquer vontade.
É algo que se revela a si mesmo, a partir do instante em que a Onda da Vida e a Luz Supramental estão presentes.

Enquanto vocês fazem um esforço para ser Transparentes, enquanto fazem um esforço para ser Espontâneos, vocês não entram no âmbito de que falei.

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Questão: o princípio de refutação pode aplicar-se para viver o princípio da Verdade Absoluta?

O princípio de refutação faz parte da investigação, tal como lhes foi explicado e conduz, de maneira inexorável, a ser instalado no Absoluto.

Estando no Absoluto, a Verdade Absoluta manifesta-se por si mesma.
Mas a Verdade Absoluta não pode manifestar-se, simplesmente, pelo princípio de refutação.

A Verdade Absoluta não decorre de um trabalho.
Ela decorre, diretamente, da instalação da Onda da Vida (que, eu os lembro, não depende de vocês), conjuntamente à Vibração Supramental.

>>>

Não temos mais perguntas, agradecemos.

Irmãos e Irmãs na humanidade, permitam-me Comungar com vocês, em Unidade de Consciência, em Comunhão de Existências.

Vivamos isso juntos, permitindo, assim, estabilizar, em vocês, as palavras que empreguei, em seu sentido profundo e em sua evidência que, mesmo se não está presente nesse tempo, estará, num tempo extremamente próximo, não por um esforço intelectual, mas, eu repito, simplesmente, devido à ação da Onda da Vida.

Vivamos isso.


... Partilhar da Doação da Graça...


Irmão K saúda-os, no Amor.

Até breve.



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Compartilhamos essas informações em toda sua transparência. Agradecemos em fazer o mesmo, se as divulgarem, reproduzindo integralmente este texto e informando sua fonte: www.autresdimensions.com

Versão do francês para o português: Célia G. –
http://leiturasdaluz.blogspot.com

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