quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Coletânea: VERDADEIRA ALEGRIA versus FALSA ALEGRIA (Atualização) - Autres Dimensions



26 de dezembro de 2012.
Coletânea: VERDADEIRA ALEGRIA versus FALSA ALEGRIA - Autres Dimensions

Áudio da Mensagem em Português

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Questão: Como viver a paz e a alegria?

Eu lhe responderei: por que viver a paz e a alegria?
Já, na questão, você dá a entender que a paz e a alegria não estão aí.

A Morada da Paz Suprema não se importa com pazes e alegrias efêmeras.
Mesmo a alegria do Si não se mantém.

Ela apenas se mantém pela lembrança da experiência ou pela repetição do Si instalado no Samadhi, como experiência.

Você deve, primeiro, definir o que quer porque, quando você diz: «como viver a paz e a alegria ou estar na paz e na alegria?», quem pergunta isso, se não é a personalidade que quer ser apaziguada, mas, sobretudo, manter-se, continuar a existir?

O que é que faz com que a personalidade tenha necessidade de manter-se e de existir?

É, é claro, o medo.
Mas, enquanto o medo está aí, qualquer que seja, nenhuma paz, nenhuma alegria pode conduzi-la à Morada de Paz Suprema.

O medo é inscrito na memória, na história e nas experiências, porque o saco de comida existe apenas pelo medo.

Sem medo, ele não teria, mesmo, aparecido.
Ele não teria, portanto, necessidade de desaparecer.
Procurar a paz e a alegria é procurar um medicamento espiritual, não químico, mas um medicamento.

É, já, saber que algo não está bem.
É querer aportar uma solução.

Não há solução.
Não há problema, tampouco.

Tudo depende do olhar.
A paz, a alegria é algo que vocês querem conquistar, porque vocês consideram que é exterior ao que vocês são, porque tudo isso é oriundo do princípio de falta, do princípio de medo.

Justamente, o medo e a falta são a característica do efêmero, de tudo o que é dual.

O equilíbrio da dualidade não poderá, jamais, atingir a Morada da Paz Suprema, porque esse equilíbrio é instável.

Ele oscila, seja no eu, seja no Si.
Só o Absoluto que você É, de toda a eternidade, permitirá a você superar esse «como» ou esse «por que».

Aí também, o ponto de vista é primordial porque, enquanto você reflete, enquanto faz esforços, enquanto crê progredir, você continua e permanece na personalidade e, em caso algum, na Morada da Paz Suprema.

É preciso mudar de Morada.
Esse corpo está aí e, se você o suprime, ele voltará.
Portanto, de nada há a fugir, nada há a rejeitar ou a adotar.

Há apenas que mudar seu olhar, porque todo olhar adotado pela personalidade ou pelo Si é apenas o resultado de uma projeção, de um conceito, de um pensamento, de uma ideia ou do que quer que seja mais.

Se você quer viver a Liberdade ao invés da paz ou da alegria, então, libere-se, porque você já o É.

A consciência, eu lembro a você, é uma projeção ao exterior.
Você constrói o Si, como o eu, através da negação do que não é você, do que não é o Si.

Você define, para isso, certo número de critérios ou de ideais.

E você procura.
Então, é claro, é mais fácil estar no Si do que no eu porque, no Si, a paz e a alegria são, geralmente, frequentes, ou cada vez mais frequentes em intensidade, em tempo, em espaço e em consciência. Mas isso não será, jamais, a Morada da Paz Suprema, porque você é tributária do que você mesma criou como conceito, como ideia, como pensamento, como objetivo.

A partir do instante em que você aceita que não há nem como, nem por que e, portanto, qualquer objetivo, a verdadeira Paz pode começar a aparecer ao seu olhar, porque a verdadeira Paz não depende de qualquer circunstância exterior, nem mesmo Interior.

Essa paz, chamada Morada da Paz Suprema, é o que é o Absoluto, que não depende de qualquer condição, de qualquer ideia, de qualquer conceito e, sobretudo, de qualquer projeção.

Aceitar isso é vivê-lo.
Mas não ponha ali, por trás, a noção de objetivo.

Não ponha ali, por trás, uma expectativa.
Em resumo, não ponha ali qualquer tempo, porque o ego, como o Si, vão tentar prendê-la no tempo, um tempo mais ou menos amplo, mais ou menos expandido, mas, sempre, um tempo.

Substitua o tempo pelo espaço, ou seja, não procure localizar-se em outro lugar, não mais do que você procura localizar-se nesse corpo, nessas ideias, nesses conceitos ou nesses pensamentos.

Naquele momento, a necessidade de experiência calar-se-á.
O observador será, ele mesmo, visto.

E você é, muito exatamente, o que se tem por trás do observador que, ele, jamais experimentou o que quer que seja.

É o sono, é a Dissolução.
São os momentos que vocês todos conheceram, pela manhã, ao acordar: quem sou eu ou onde eu estou?

Quando vocês acordam assim, ao invés de pensar em suas angústias, em seu marido, em sua mulher, o que acontece?

Vocês estão, muito precisamente, um bilionésimo de segundo, um segundo, na Morada da Paz Suprema.

Lembrem-se de que é sempre a consciência que procura a prova, que procura a experiência, que procura o tempo.

A partir do instante em que você apreende isso, não se põe mais a questão da paz e da alegria. Mas, para isso, você deve extrair-se de todas as identificações: «eu sou um homem», «eu sou uma mulher», «tenho tal idade», «tenho tal trabalho», «ocupo tal função».

Vocês nada são de tudo isso.
Eu não disse que isso não existia.

Bem ao contrário: isso existe.
Mas, será que é você o que existe ou você É outra coisa?

Se você quer a paz e a alegria, nada seja de tudo isso.
Extraia-se, você mesma.

Para isso, a pessoa deve desaparecer, não desaparecer por um fim de vida que seria, ainda uma vez, apenas um espetáculo irrisório, mas, efetivamente, extrair-se de toda consciência, de toda experiência, de todo folclore, de todo espetáculo.

Se você conseguisse fazer isso, além de alguns bilionésimos de segundo ou segundos, você não teria mais qualquer problema de paz ou de alegria ou de corpo ou de consciência.

A Vida desenrolar-se-ia sem intervenção do ego ou do Si.
Você esperaria calmamente, fazendo o que há a fazer, o que a Vida dá a fazer sobre esse mundo, mas você não seria mais afetada pelo que quer que fosse.

Aí está a Liberdade.
Então, é claro, há, entre vocês, os que fizeram experiências fora desse corpo, fora desse tempo, fora dessa Dimensão, mas isso continua apenas experiências.

O Absoluto está além de toda experiência.
Mas, se você tem sede de experiências, então, você as viverá.
Se você tem sede de encarnação, então, você as viverá até mais sede.

O ser humano sempre tem sede, porque ele é construído sobre o medo e sobre a falta. Se, um dia, você não tem mais sede, isso quer dizer que não há mais medo e mais falta, que não há mais procura de paz e de alegria, porque você terá se tornado o que você É, de toda a eternidade: a Morada da Paz Suprema.

Mas, enquanto você está apegada a você, ao que você crê ser você (esse corpo, essa pessoa, essas ideias, esses conceitos, essa procura, esse espetáculo), você participa do espetáculo, de uma maneira como de outra, como ator ou aquele que olha, mas você não saiu da ilusão.

E a ironia é que o ego, como o Si, são persuadidos de que eles poderão continuar a ser esse efêmero porque, finalmente, o ego e o Si quereriam que o efêmero durasse.

Mas o efêmero não se tornará, jamais, Absoluto.
É uma Ilusão.

Nesse sentido, procurar o Absoluto nada quer dizer.
Procurar a paz e a alegria é uma projeção da consciência e nada quer dizer para o Absoluto.

O Absoluto é exatamente o momento em que todo ponto torna-se o centro e não há centro a procurar, porque tudo é centro.

E nada há a projetar, quando tudo é centro, porque cada centro produz as características de qualquer outro centro (suposto, projetado ou imaginado).

Você não é o ponto de vista da pessoa, tanto em suas alegrias como em seus sofrimentos.

Aquele que é Absoluto pode manifestar algo nesse saco – e, mesmo, algo de manifestado, de muito doloroso – e, no entanto, ele não é isso. E, se ele o sabe, então, qualquer que seja o sofrimento, ele não pode ser afetado ou alterado com isso.

Aí está a verdadeira Paz.
Aí está a verdadeira Alegria.

Bem além da contemplação da Luz porque, enquanto vocês contemplam ou olham, vocês põem uma distância.

Quando eu digo: «mudem de olhar» ou, antes, «mudem de ponto de vista», isso os leva a extrair-se de todo olhar e, portanto, a não mais olhar, porque o único modo de tudo ver é estar ao centro.

Ora, o centro não se move, jamais.
Ele está por toda a parte.

A imobilidade, como o sono, participa do estabelecimento do que eu nomeei a-consciência. Então, quer a busca de um ideal, de um marido, de uma mulher, de um trabalho, de um além, afasta-os.

É o paradoxo.
Vocês creem avançar, mas recuam, enquanto não compreenderam que jamais se moveram.

Vocês passam de um ao outro e seus humores flutuam, no mesmo sentido, e seus pensamentos flutuam, no mesmo sentido.

É como quando vocês dizem: vocês procuram o Amor.
Mas vocês São o Amor.

Vocês não podem procurar o Absoluto, porque vocês o São.
Vocês não podem procurar o Amor, porque vocês o São.
Vocês não podem procurar a Luz, porque vocês o São.

É essa noção, mesmo, de busca que, a um dado momento, em sua busca temporal, deve cessar. Pode-se dizer que esse mundo existe apenas porque multidões de consciências ali se projetaram.

Quando vocês dormem, como eu disse, o mundo desaparece.
Vocês não se colocam a questão de saber se ele vai reaparecer amanhã.

Aliás, vocês têm a certeza disso?
Não existe, como vocês sabem, qualquer certeza sobre esse mundo, se não é a morte desse saco.

Não se coloquem a questão da evolução desse saco, nem de leis desse saco, mas, verdadeiramente, por que e quem São vocês, sabendo que vocês não encontrarão qualquer resposta no que lhes é dado a perceber, a sentir e a ressentir, porque vocês São além de tudo isso. Mas, enquanto sua consciência está voltada para uma projeção de um ideal (mesmo o mais elevado, mesmo o mais Amor), isso continua, sempre, e continuará, sempre, uma projeção que os afasta da Morada da Paz Suprema.

Aceitem esse postulado.
Façam dele a Verdade, porque não há outra.
Lembrem-se: o efêmero é construído sobre os medos e as faltas.
Se vocês procuram preencher os medos e as faltas, vocês mantêm o efêmero, nessa vida ou em outras vidas.

Vocês São, verdadeiramente, isso?
Agora, se vocês são, verdadeiramente, isso, então, continuem.

Cabe a vocês decidir: o efêmero ou o Absoluto?
A Morada da Paz Suprema ou a alegria do Si?

Contemplar-se, a si mesmo, no umbigo, ou no coração, ou parar a contemplação, a fim de ser o que vocês São, além de todo tempo?

Cabe a vocês definir.
Cabe a vocês decidir.

Nenhum elemento exterior pode decidir em seu lugar: nenhuma paz projetada, nenhuma alegria projetada, nenhum amor projetado, nenhum efêmero.

A ironia do efêmero é fazê-los crer que podem encontrar o Infinito no efêmero.
É falso.

O melhor modo de encontrar a Paz e a Alegria eternas é esquecer-se de si mesmo. É o que acontece quando você dorme, normalmente.

BIDI - Colocar um olhar lúcido sobre tudo o que é efêmero 
[03/06/2012] (1a. Parte) - [Clique aqui]

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Perguntem a um morto, que está morto (mas não antes que ele morra, mas depois): será que ele está contente?

Portanto, vocês projetam, sem parar, seus quadros de referências em relação à sua falta.

Reflitam.
Se não houvesse lugar para a falta em vocês, por que manifestar qualquer sofrimento por aquele que é Liberado?

De fato, seu ponto de vista é egoísta.
Falta-lhes amor e, portanto, falta-lhes respeito por aquele que está no Amor, uma vez que ele parte, ou que ele partiu.

E vocês amam aquele que chega.
Do ponto de vista da pessoa e da lógica humana, familiar e social, é perfeito.

Do ponto de vista do Absoluto, é torcido.
É completamente ao inverso.
E é a Verdade.

O que vocês exprimem, quando a falta do outro os toma?
A falta de si mesmos, simplesmente, uma vez que o outro é você.

Então, é muito bonito falar de amor e dizer que tudo é Um e fazer a experiência disso.

E vem uma separação ou uma perda.
O que é que vocês manifestam?

O sofrimento.
A Alegria desapareceu.
Por quê?

Sempre similar: por causa da falta.
E a falta inscreve-se como uma subdivisão do medo porque aqui, sobre esse mundo em que vocês estão, vocês estão separados, divididos e sós.

Porque a personalidade vive isso.
Será que o Absoluto está só?

É impossível refletir assim.
O Absoluto não está nem só nem cercado.

Ele é Tudo.
No Tudo, não há falta.
São vocês que estão na falta.
E vocês procuram por toda a parte, em outro lugar: pela espiritualidade, pela psicologia, por essa busca desenfreada de si mesmos e esquecem-se de que tudo já está aí.

E vocês mantêm o espetáculo.
O teatro é eterno.

Vocês voltam a atuar os mesmos atos, os mesmos cenários, os mesmos sofrimentos, de vida em vida.

Será que vocês são isso?
Será que vocês são esse efêmero, que se reproduz sem parar, com as mesmas faltas, os mesmos sofrimentos, os mesmos terrores?

É esse seu ponto de vista?
Reflitam.

Vocês não são o sofrimento.
Isso não quer dizer ignorar o sofrimento, mas não ser identificado.

Ele está aí.
O que é que ele mostra?
Não há porta de saída, aí tampouco, exceto o Absoluto ou a morte.
Mas vocês não podem refutar a vida ou pôr fim à vida, porque o Absoluto contêm, também, essa vida, invertida.

O Absoluto não é exclusão da vida, mesmo aqui.
É impossível.

Aí está o que diz a perda de um ser querido.
Qualquer que seja essa perda, é preciso ir além.
Porque o sofrimento apenas exprimirá, em definitivo, sempre e exclusivamente, a personalidade e suas faltas, suas frustrações, mesmo através do que é nomeado um laço de amor.

Isso não é a Liberdade.
Ousem ir ao outro lado, no qual está a Eternidade, no qual está a verdadeira Liberdade e a verdadeira Alegria, o Riso, para além de todas as circunstâncias dessa vida, desse corpo.

Cabe a vocês saber o que querem: manter o sofrimento ou ser Absoluto.

BIDI - Manter o Sofrimento ou Ser Absoluto
[17/05/2012] - [Clique aqui]

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Pergunta: o que acontece em se “divertir”?

Bem amado, divertir-se não é viver a Alegria.
Cabe a você, aí também, saber.

Você quer se divertir ou você quer estar na Alegria?
Divertir-se é o oposto de estar na Alegria porque o prazer, por Essência, é efêmero e ele necessita de uma reprodução, qualquer que seja esse prazer, resultado tão lógico na encarnação.

Mas vocês não estão mais na encarnação, mesmo se sua Consciência não tem ainda, totalmente, percebido.

ANAEL - Vão para o que é Essencial
(14/02/2012)
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A Unidade não é um estado a conquistar, é um estado que se estabelece.
Ele se estabelece, como foi dito, pela Graça e pela Comunhão cada vez mais abundante sobre esta Terra, para um número de consciências cada vez mais importante.

Assim, apenas as consciências que desejam manter a antítese do Amor – ou seja, o medo e o poder – viverão, em definitivo, a confrontação com a Luz Vibral como um fogo devorador.

E será um fogo devorador, não para a consciência, mas para o que, na consciência, opõe-se, ferozmente, à Vida, porque a Vida é Una, tanto nos mundos carbonados Livres como nos mundos multidimensionais Livres.

O que vem é o retorno da liberdade.
O que vem é Alegria, tanto em vocês como para o conjunto da Terra.

Admitam que apenas aquele que não conhece a verdadeira Alegria da Vibração do Amor e do Coração não pode aceitar, enquanto não a viveu, a Luz. Mas a Luz estabelece-se para todos, mesmo àqueles que desejariam subtrair-se não poderão subtrair-se, onde quer que estejam, quando o momento coletivo for anunciado.

Assim, portanto, pela ação do Arcanjo MIGUEL, por sua ação e por nossa ação comum (de onde nós vimos, dos espaços multidimensionais, dos Multiversos ou Universos), a única finalidade, qualquer que seja o ponto de vista e o olhar levado, é unicamente a Alegria, a Liberdade, o Amor e a Unidade.

GEMMA GALGANI - A Ascensão é um Mecanismo Único
[12/11/2011]
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Pergunta: como saber se se vive a verdadeira Alegria?

Ao nível da Luz Vibral, e da Alegria da Luz Vibral, não pode existir emoção.
Se existe a menor emoção, isso não pertence à ordem da Luz Vibral.

Eu vou dar um exemplo muito simples que vai lhe permitir, eu espero, compreender.

Você tem falado de Alegria.
Qualquer um que assista a uma final de ‘copa do mundo’ e cujo país ganha, sente a Alegria?

Essa alegria é de natureza emocional.

(Nota: Em relação a esta falsa alegria, podemos acrescentar a alegria de: estar assistindo um show de um cantor preferido, assistir/participar do carnaval, alegria de estar usufruindo de seus vícios, e, toda alegria sentida por um fator externo, ou seja, fica fácil perceber que a maioria das pessoas que julgam ser alegres/felizes, na realidade, elas estão nessa alegria de natureza emocional ligada a algum fator externo, sendo que esta, é a tal "felicidade: apenas um espaço que se estende entre duas desgraças." Maria - 27 de setembro de 2011).

Ela não tem nada a ver com a Alegria vivenciada na Coroa Radiante do Coração, que é Paz, Samadhi como o dizem os orientais em sua cultura e juntamente com os intervenientes que vêm entre vocês: Sat Chit Ananda, a Felicidade Suprema, que nada tem a ver com a exaltação astral relacionada às emoções.

O domínio da emoção é o domínio da matriz.
Ela é uma criação artificial.

A maioria dos seres humanos experimenta emoções e busca uma emoção que eles denominam alegria, mas que não é nada além de prazer, que ele seja sexual ou ligado a uma Vibração percebida em um espaço.

Tudo isso os leva a considerar que a emoção está voltada para o exterior, enquanto que a Alegria, no sentido mais íntimo, está voltada para o Interior e, naquele momento, se segue um resplandecer da Luz Vibral.

A diferença é essencial e ela se situa, exclusivamente, nesse nível.
Enquanto vocês manifestam um estado emocional, qualquer que seja, mesmo o mais autêntico em relação ao que vocês vivem, a emoção é oriunda da personalidade e, portanto, do ego.

A Alegria, no sentido o mais autêntico, é proveniente do Coração e não depende do ego.

ANAEL - 13 de julho de 2010 [Clique aqui]

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Trechos extraídos das mensagens do site francês Autre Dimensions:
http://www.autresdimensions.com

Tradução do francês para o português:
Célia G. - http://leiturasdaluz.blogspot.com
Zulma Peixinho - http://portaldosanjos.ning.com

Seleção e Edição:
Andre MA: www.mestresascensos.com
Beto Junior: http://despertardaluzinterior.blogspot.com.br

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