domingo, 11 de dezembro de 2011

IRMÃO K - O Outro Lado Não é Aqui [11/12/2011] - Autres Dimensions



11 de dezembro de 2011.

Mensagem publicada em 12 de dezembro, pelo site AUTRES DIMENSIONS.



Eu sou IRMÃO K.

Irmãos e Irmãs na humanidade, eu rendo Graças por seu acolhimento.
Eu lhes transmito toda a minha Graça e todo o meu Amor.

Vamos, se efetivamente quiserem – e para prosseguir a lógica do conjunto de minhas intervenções, desde a Autonomia e a Liberdade, a Verdade, a falsificação do eixo ATRAÇÃO-VISÃO e os elementos que dei mais recentemente – vamos, hoje, deixá-los exprimir-se.

O que vocês exprimirão como questionamentos – concernentes à Liberdade, à Autonomia, à Verdade, ao Amor, à Vida, à Consciência – eu responderei, exclusivamente, hoje, sob o ângulo da Existência e da Unidade.

Eu lhes peço, portanto, insistentemente, para irem além das ideias e além dos conceitos, para penetrarem a própria Essência da Vibração do que vou emitir como resposta, que os chama não a uma ativação de seu mental, mesmo se isso possa levar à reflexão, mas, efetivamente, para deixar-se penetrar pela própria Essência do que vou dizer. Isso não é um exercício de estilo, mas, efetivamente, um meio que, eu espero, permitir-lhes-á ir ainda mais intensamente para a Unidade e a Existência.

Eu atrairei sua Atenção e sua Consciência à resposta que possa dar a Existência ao invés da personalidade – que lhes concerne, e a essa Dimensão – e, ao invés da resposta a mais vasta e a mais ampla concernente, se se pode dizê-lo, aos mecanismos que estão em obra nos mundos Unificados.

Eu os lembro que esses princípios e esses mecanismos, longe de serem confinantes e condicionantes, são o oposto. E que – de outro lado, é claro, vocês o vivem – existem, verdadeiramente, dois mundos: dois mundos cujas leis são profundamente diferentes (se é que se possa falar de leis), cujas características e manifestações são, eu diria, totalmente opostas, ou mesmo contraditórias.

Pelas experiências que vocês efetuam, em sua própria consciência, vocês começam a apreender, de algum modo, a oposição que pode existir entre o estado de Unidade e o estado dual da personalidade.

A experiência da consciência, em sua limitação e sua projeção, não pode ser nem sobreponível nem transponível ao que é vivido na Consciência que acedeu à Unidade, ao Si e ao Ilimitado.

Nós temos empregado numerosas expressões: Si, Eu, limitado, fragmentado e Ilimitado, para tentar aproximá-los, não por uma ponte, mas, mais, por uma Porta de saída, chamada Revelação da Luz (e, portanto, Porta de Luz), que lhes permite viver a própria experiência da Unidade, para, de algum modo, fazê-los provar, por sua Atenção e sua Intenção, o que é a Consciência não comum.

Essa Consciência nomeada Turiya, que está bem além da consciência de sonho, bem além da consciência da ausência, ou, ainda, da consciência de vigília, e que conduz, de algum modo, ao que eu chamaria, de seu ponto de vista, uma Supraconsciência, nomeada, pelo bem amado João, o Supramental, ou seja, algo que não se importa, finalmente, com a atividade mental, que não se importa com tudo o que existe no corpo de desejo e que representa, de algum modo, uma perturbação total, uma mudança de paradigma, que os faz passar de um mundo no qual existem leis, organizações, hierarquizações, valorizações, para um mundo no qual a Liberdade é total, para a Consciência, para o conjunto de constituintes.

A Autonomia e a Liberdade não podem ser apreendidas de outro modo, a não ser vivendo-as na Unidade. É claro, na personalidade, podem existir princípios de autonomia e de liberdade, mas que se afirmam ou buscam-se, sempre, em relação ao mesmo mundo.

Hoje, vocês são cada vez mais numerosos a dar-se conta, pela própria experiência, que há dois mecanismos que estão em obra, dois mundos que não podem ser descritos do mesmo modo, que não podem ser apreendidos do mesmo modo, porque tudo, efetivamente, opõe-nos, sem, contudo, que eles sejam confrontáveis ou oponíveis nessa Dimensão (aí onde vocês estão).

O conjunto de mecanismos que nós lhes aportamos, tanto Anciões como Estrelas ou Arcanjos, exprime-se e exprimir-se-á, sempre – e cada vez mais – de acordo com um ponto de vista que será aquele da Existência, não como um princípio confrontante ou oponente – ainda que seja oponível – mas, efetiva, real e concretamente, como um estado não comum da Consciência. Essa famosa Supraconsciência ou esse famoso Supramental ou, se preferem, para a consciência comum, o que eu chamaria a Supraconsciência.

Então, vamos praticar isso, juntos, e eu os convido, portanto, a colocar-me as questões concernentes a esses princípios de Autonomia, de Liberdade, de Verdade, de Amor, de Vibração, de Consciência e de Vida, a fim de penetrar mais adiante, juntos, bem além de minhas palavras, pela Comunhão, a vivência e a experiência da Consciência não comum.

Podemos, agora, trocar e Comungar.


Questão: poderia voltar a falar da Reversão e da Consciência?

Cara Irmã, o princípio da Reversão recorre a uma noção, portanto, de basculamento, de orientação e de mudança de ponto de vista.

A palavra Reversão recorre, de algum modo, a uma mudança de eixo, a uma mudança de ponto de vista e, sobretudo, ao que nomeei a Passagem de um estado de projeção para um estado de introjeção, ou seja, o momento em que a consciência não tem mais necessidade de voltar-se, em Atenção e em Intenção, para o corpo de desejo, qualquer que seja esse desejo, e ela se volta, como é dito de seu ponto de vista, ao interior do Coração, do peito, portanto, num espaço específico, num estado específico, que conduz a viver esse Basculamento e essa Reversão.

O que está dentro torna-se fora.
E o que está fora torna-se dentro.
O que está acima torna-se o que está abaixo.
E o que está abaixo torna-se o que está acima.
O que está à esquerda torna-se o que está à direita.
E o que está à direita torna-se o que está à esquerda.
É a primeira Reversão.

Há, portanto, um mecanismo de inversão, se se pode dizer, ou, antes, re-inversão, que os conduz a definir uma retidão. Essa retidão, a um dado momento, não é mais definida por qualquer apreciação de um dentro e de um fora, de uma esquerda e de uma direita, de um acima e de um abaixo. Naquele instante, essa Reversão que vive a consciência traduz-se pela penetração em outros referenciais, nos quais tudo o que era sistema de organização espacial, temporal, de marcadores, de algum modo, não é mais possível.

Os marcadores habituais definidos pelos sentidos ou pelo pensamento não podem existir nos mundos Unitários. Assim, portanto, a consciência descobre-se, ela mesma, como revertida, desorganizada, basculada.

É o espaço e a Vibração, se se pode dizer, no qual a consciência perde todos os marcadores identificáveis nesse mundo no qual vocês estão. Essa Reversão da Consciência leva-os a viver o outro mundo.

Eu dizia, em minha vida, a outra margem.
Toda a problemática – já que não existe ponte e comunicação entre esses dois mundos, exceto através do que vocês vivem, hoje, na revelação da Luz – vocês dela se apercebem por si mesmos, é extremamente difícil descrever com um mental ou com emoções: o que corresponde à vivência da Consciência, uma vez que ela está Revertida, uma vez que o conjunto de marcadores, definidos como essenciais em seu mundo (como a identificação a um corpo, a uma pessoa, a um espaço, a um tempo, a marcadores tridimensionais de localização) desaparecem, inteiramente, assim que vocês passam ao outro lado.

O outro lado não é aqui.
O outro lado – ou seja, invisível, da morte – é, efetivamente, o lado que está além de outro lado, ou seja, o que não pode ser apreendido por qualquer lei, qualquer organização, qualquer hierarquização, qualquer mental e qualquer sentido.

A Consciência descobre-se, então, ela mesma, como infinita, que não pode mais colocar-se ou atribuir-se num lugar, numa função ou numa identidade, ao mesmo tempo estando – como nós mesmos, de onde estamos – conscientes de uma identidade, mas sem estar submisso, de algum modo, a essa identidade.

Essa Reversão acompanha-se de um desaparecimento do sentimento (porque é um) de separação. O mental, a conceituação, o princípio da própria separação, ligado ao mental, não pode mais existir.

Vocês descobrem, naquele momento, quando da Reversão, que a consciência vive um estado em que ela não pertence mais a um corpo, em que ela não pode mais ser identificada a um corpo e, ainda menos, a esse mundo, uma vez que a Consciência descobre-se pertencer a todos os mundos e que ela é, ela mesma, a Essência dos mundos.

Trata-se, portanto, efetivamente, de um mecanismo de Reversão total.
Esse mecanismo de Reversão não é inscrito, unicamente, nos limites que eu dei: acima, abaixo, esquerda, direita, interior, exterior, mas inscreve-se, mesmo, além desse quadro, nessa palavra que podemos empregar, que é a passagem do limitado ao Ilimitado.

Esse mecanismo de Basculamento (porque é um) é visível, mesmo ao nível desse corpo (e, em especial, pela ativação das Coroas, dos Pontos, da Vibração do corpo, do Fogo do Coração, do Fogo do corpo) que os conduz a bascular de um corpo e de uma localização para uma ausência de corpo (em todo caso, tal como é definido na Dimensão em que vocês estão) e a uma ausência de localização. Naquele momento, a Consciência está por toda a parte, ela não tem necessidade de projetar-se; ela está, efetivamente, introjetada, e é dessa introjeção que aparece, então, a Unidade, a Luz, no sentido Vibral.

É por esse mecanismo de aprendizagem dos diferentes basculamentos e reversões sucessivas que a consciência descobre-se e vive-se Ilimitada e sem qualquer apego, sem qualquer limitação ao que quer que seja e, sobretudo, no que eu nomeei uma Autonomia e uma Liberdade totais (nas quais não existe qualquer contingência, qualquer quadro, qualquer princípio organizador), uma vez que a Essência da Consciência, ela mesma é Liberdade infinita.

A Reversão, as Reversões são os elementos que lhes permitem fazer a experiência independente de um assunto, porque vocês tomam consciência, se se pode dizê-lo, de que vocês são a totalidade das experiências (que não estão inscritas num desenrolar linear ou numa localização linear), mas que escapam, justamente, da tridimensionalidade.

A passagem de um ao outro, essa famosa Reversão, é assimilável ao que se poderia nomear «o tempo zero».

O tempo zero é o momento em que a Consciência está totalmente alinhada, centrada no instante presente, no que o Arcanjo Anael chamou HIC e NUNC, ou seja, AQUI e AGORA, que os faz perceber que AQUI e AGORA não está nesse Ponto preciso – que vocês vivem – de Reversão, mas estende-se em todos os Pontos, em todos os infinitos.

Esse tempo zero é o instante em que o desejo – todo desejo – desaparece e aniquila-se, de algum modo, inteiramente. É o instante em que, efetivamente, o mental não pode mais manifestar-se, é o momento em que nenhuma emoção vem perturbar a própria Consciência.

A problemática essencial do mundo em que vocês estão, como vocês sabem, é ser cortado ou separado, justamente, desse próprio estado da Consciência que é, no entanto, sua natureza. Sendo sua natureza, a Consciência ou o Espírito não pode ser limitado por uma experiência, qualquer que seja, uma vez que ela é a própria experiência. Não uma experiência limitada, mas uma experiência ilimitada e, portanto, uma experiência de ilimitação, na qual nada mais de visível, no sentido desta Dimensão em que vocês estão, pode ser mostrado nem demonstrado.

Existe, portanto, um mecanismo de tempo zero, no qual o conjunto dos quadros normativos da vida em terceira Dimensão despedaçam-se, no qual não há mais subjugação a um corpo de desejo (qualquer que seja, físico ou sutil), no qual não pode mais haver qualquer assimilação de um elemento que venha desse mundo.

Esse processo, vivido antes deste período atual de trinta anos que vocês vivem, era, frequentemente, um processo que eu qualificaria, para a personalidade, de intrusivo, de perturbador. E esse momento preciso, visível entre todos, para nós que o tínhamos vivido (e eu já me exprimi sobre isso, no que me concerne, em minha última vida) traduz, muito precisamente, um marcador.

Um marcador que é um antes e um depois.
E esse momento (essa experiência de Basculamento, de Reversão) foi chamado o Despertar.

O Despertar, de algum modo, extrai-os de sua Dimensão e os faz descobrir a própria Essência do que vocês são, independentemente de qualquer lei, independentemente de qualquer ação/reação, independentemente de qualquer desejo e de qualquer mental. A Consciência descobre-se, então, perfeita, Una, indivisível e Eterna.

Nos tempos específicos desta Terra, essa experiência não é, geralmente, brutal, mas progressiva, porque a finalidade comum que pode ser definida (que é o acesso à Realização do Si), hoje, encontra-se modificada, se se pode dizê-lo, pelo fato de que esse processo não concerne a uma Consciência entre outras Consciências (de seu ponto de vista), mas, efetivamente, à totalidade de Consciências que vivem como separadas ou divididas nesse mundo.

A Reversão é, portanto, uma mudança de estado.
É, também, uma mudança, se se pode empregar essa palavra, de quantidade, uma mudança de movimento, uma mudança de tempo (falando, com isso, de seu ponto de vista). Mas o tempo, o movimento, o estado e o que é vivido não podem mais ser referenciados em relação ao quadro normativo de sua Dimensão e, portanto, não pode ser exprimido, porque, assim que ele é exprimido, ele os faz sair da introjeção, para fazê-los retornar à projeção (uma vez que a comunicação é uma projeção oriunda da separação e oriunda do confinamento).

A Reversão – Passagem por esse tempo zero – dá a vocês marcadores que permitem, unicamente à Consciência, apreender o que se vive nas duas experiências, poder-se-ia dizer, da limitação e do Ilimitado.

Essas Reversões não são concluídas enquanto o corpo de desejo, sob uma forma ou sob outra, persiste e permanece, o que é o caso para vocês todos aqui, que ainda estão encarnados.

Virá um tempo, chamado coletivo, no qual a qualidade da Luz tornar-se-á evidência para o conjunto de consciências separadas, dando acesso a um tempo preciso que, aí, será o tempo zero da Ascensão da Terra, que vocês nomearam, também, Estase.

É o momento em que há um Basculamento e uma Reversão, não unicamente da consciência humana, mas do conjunto de consciências separadas desse mundo, sobre esse mundo, uma vez que a própria Terra viverá, naquele momento, um Basculamento físico, em ressonância com uma expansão e concomitante com uma expansão física e Vibral, que se traduz por uma modificação considerável, se se pode empregar esse termo, do quadro de limite da Terra.

Não existe qualquer consciência que possa subtrair-se a esse tempo zero, mesmo se, é claro, a evolução da consciência dos indivíduos for profundamente diferente, uma vez que alguns indivíduos, em consciência, tornar-se-ão pessoas, novamente, e outros não conhecerão mais a noção de pessoa, para viver, verdadeiramente, a Existência, inteiramente (mecanismo nomeado Comunhão e, sobretudo, Fusão e Dissolução).

As Reversões, individuais e sucessivas que vocês vivem, são uma preparação e uma antecipação do momento coletivo da Terra, do tempo zero. Isso foi ilustrado pela Passagem ao nível de seu corpo (que não é vocês, mas que é o Templo no qual se realiza essa Transmutação, essa Reversão), que é a Passagem da Porta Estreita, nomeada Crucificação e Ressurreição, para além de toda conotação religiosa, é claro.

É também nesse nível que se situa a renúncia.
A renúncia, que é apenas a compreensão do lado ilusório e confinante de todo desejo, que corresponde, de fato e em verdade, a uma simples projeção ou exteriorização da consciência, fora da Verdade, que põe fim, com isso, ao Samsara, à reencarnação, às ideias e aos pensamentos, mesmo, quaisquer que sejam.

Aí está o que se pode apreender da Reversão.


Questão: onde se situam as estruturas Metatrônicas, no processo de Reversão?

Os códigos Vibratórios chamados Metatrônicos são a restituição das cinco frequências primordiais que foram subtraídas, devido à encarnação limitada, da Consciência.

Eles se situam, portanto, no Templo.
Isso fez o objeto de muito numerosas comunicações, desde o impulso Metatrônico posterior, que abriu a Porta ao CRISTO e à Liberdade (ndr: ver, na rubrica «protocolos a praticar», a Porta KI-RIS-TI das costas).

Essa Liberdade é ilustrada pela Passagem da lagarta à borboleta: lagarta que se torna um despojo, que permite realizar a alquimia da crisálida e da borboleta. Isso é ligado à abertura de estruturas isolantes do ser humano, das quais uma das últimas em causa é o que é nomeado o envelope do Coração.

Envelope do Coração que, devido à sua própria anatomia, vinha limitar e confinar o Coração. O Coração Liberado é diretamente religado ao impulso Metatrônico que é, eu os lembro, simplesmente, a FONTE, multiplicada, uma vez que cada um é FONTE.

Metatron está, do mesmo modo, em cada um (cada Consciência, para além desse mundo).

Agora, há outra coisa por trás dessa questão, uma vez que o conjunto de estruturas Metatrônicas foi-lhes localizado, nesse espaço-tempo em que vocês estão, desse corpo, há, efetivamente, muito tempo (ndr: intervenção de METATRON, de 15 de agosto de 2009). Essa representação das estruturas Metatrônicas, tal como eu poderia exprimir, por minhas palavras e pela Vibração, apenas pode ser vivida do interior.

Vocês sabem, existem Dimensões sem qualquer antropomorfismo, mas a característica de todas as Dimensões não separadas é, justamente, não serem separadas, ou seja, estarem em Comunhão permanente, o que faz dizer que a FONTE, presente em um ponto, está presente, inteiramente, em cada ponto: quer esse ponto seja um átomo, um planeta, um sol ou uma consciência dita humana ou Arcangélica.

Assim, portanto, as estruturas ditas Metatrônicas mantêm a Liberdade, mas não há diferença entre uma estrutura Metatrônica, uma estrutura atômica, uma estrutura de Luz, uma vez que o conjunto da Consciência representa, se se pode dizê-lo, a totalidade do criado, a totalidade dos potenciais, em sua Ilimitação.

Assim, portanto, eu poderia dar-lhes uma representação: o Anjo Metatron é um Tubo de Luz. Mas, quando vocês representam um tubo de Luz, do lado em que estão, vocês têm apenas, efetivamente, uma pálida imagem: uma representação, portanto, mas essa representação, essa imagem, essa ideação não corresponde à Vibração, mas, unicamente, à imagem. Ora, a imagem, como eu disse há alguns meses, estará sempre submissa a um princípio de falsificação, porque a imagem é apenas uma representação ligada à própria projeção da Consciência.

Nos mundos Unificados, não há necessidade de imagem, uma vez que não há representação projetada.

Vocês são a própria Essência da Vibração: assim, portanto, não há questão, uma vez que tudo é resposta. A Consciência segue o que eu chamaria uma linha de menor resistência, que subentende ou que é subentendida pela Atenção e a Intenção.

Assim, portanto, na Unidade, voltar a Consciência, polarizá-la, de algum modo, para Metatron, realiza, instantaneamente, a qualidade Vibratória de Metatron.

Vocês experimentam, então, diretamente, Metatron, porque vocês o são, em Verdade. Coisa que é totalmente impossível desse lado aqui do mundo, no qual vocês estão, e mesmo do outro lado desse mundo. Apenas no outro mundo é que vocês têm a capacidade de viver isso, sem representá-lo.

Enquanto exista uma representação inscrita numa forma há limitação.
O próprio princípio do confinamento resulta da imagem, da visão, da representação que criou a Atração e, portanto, a densidade e, portanto, o desejo, porque a representação, a forma, a própria identidade não lhes é acessível. O cérebro vai, portanto, construir uma representação, uma imagem e, portanto, uma projeção.

Esse mecanismo é totalmente ausente no outro mundo.
Não há necessidade de existir, uma vez que o conjunto do ser e da Consciência é, de maneira imediata, a totalidade dos possíveis.

A ausência de separação não é uma vã palavra; ela é uma realidade que experimenta, a cada instante e a cada espaço, a Consciência. Esse princípio explica, de algum modo, a Eternidade do Ilimitado, em oposição e contradição com o limitado desse mundo no qual vocês estão confinados, porque separados.

A Autonomia e a Liberdade de que falava é, justamente, experimentar o outro mundo. Não pode existir lei sobreponível, uma vez que a lei da ação/reação vai criar, de algum modo, se se pode dizer, ou descriar, a lei da Graça. E criar um confinamento, no qual tudo será submetido a esse princípio de ação/reação e de Dualidade que vocês conhecem perfeitamente, como antagonismo ou complementaridade (e grande princípio imutável) do Bem e do Mal.

A Luz não conhece nem Bem nem Mal: Ela É.
A consciência ilimitada não conhece nem Bem nem Mal, porque ela É.
O Bem e o Mal são um julgamento de valor, inscrito na separação desse mundo em que vocês estão, que não pode existir, de modo algum, nos mundos não separados.

Os estratos apresentados como densidades – Dimensionais, temporais ou espaciais – diferentes, são apenas uma visão, mas esses estratos Dimensionais – de densidade espacial ou temporal diferente – não são nem separados nem compartimentados.

Eles são, de algum modo, interpenetrados, inteiramente.
A consciência vive-o quando está nesse outro mundo.

Vocês não podem (mesmo desse lado em que estão desse mundo, encarnados) ter qualquer representação ou imagem, porque a imagem inscreve-se numa memória.

Uma imagem inscrever-se-á, sempre, num conhecido.
Mesmo na abstração de uma imagem, através da arte, trata-se, em definitivo, apenas de uma representação. E uma representação não pode, jamais, ser conhecida ou vivida; ela será, sempre, projetada e será, portanto, muito exatamente, o inverso da introjeção.

Assim, portanto, não se pode ir mais longe em qualquer descrição, uma vez que uma descrição recorre, assim, a um princípio de separação, ou da imagem, ou dos sentidos, ou das ideias.


Não temos mais perguntas, agradecemos.

Irmãos e Irmãs na humanidade, além da Vibração, eu os engajo a ler e reler, de Coração aberto, as palavras que empreguei, porque essas palavras são a tradução de uma representação, mas que os afastam do sentido comum ou do sentido corrente, para levá-los, de algum modo, eu diria, à Essência, que os faz sair, justamente, de qualquer possibilidade de dar um sentido ou uma interpretação.

Eu sairei, agora, dessas palavras, e eu lhes proponho, de minha parte, viver um espaço de Comunhão, uma vez que as Portas estando em fase de abertura, existe cada vez menos dificuldade – de seu ponto de vista – para viver a Unificação da Consciência UNA.

Eu agradeço por sua Atenção, eu rendo Graças por sua Presença.
Eu lhes digo até uma próxima vez e – como diria UM AMIGO, ao meu modo – do Coração do UM ao Coração do Outro, como do Coração de cada Outro ao Coração de cada UM, vivamos o Si.


... Efusão Vibratória / Comunhão...




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Versão do francês para o português: Célia G. - http://leiturasdaluz.blogspot.com

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