quinta-feira, 4 de agosto de 2011

IRMÃO K - 04 de agosto de 2011 - Autres Dimensions




 04 de agosto de 2011.

Mensagem publicada em 06 de agosto, pelo site AUTRES DIMENSIONS.



Eu sou Irmão K.

Eu lhes transmito o meu Amor e as minhas Saudações.
Irmãos e Irmãs, aqui e em outros lugares, é-me pedido, pelo Conselho dos Anciões, desenvolver certo número de elementos concernentes ao que é a Consciência e ao que ela não é.

Irei, se efetivamente quiserem, do mais amplo ao menor.
De uma maneira geral, o conjunto de elementos que vou confiar-lhes é chamado a fazer ressoar em vocês, justamente, sua Consciência, no sentido de sua própria vivência, de sua própria manifestação.

Então, que se pode dizer?
A primeira coisa a dizer é que a Consciência é a própria Essência da Criação, que a Consciência é a própria Vida.

A Consciência é tanto o movimento do elétron ao redor do átomo como o movimento e a marcha dos Universos (tal como vocês podem perceber aqui, sobre esta Terra) e como todo processo que está vivo e consciente.

Então, é claro, a Consciência não tem sempre a mesma amplitude nem a mesma função, nem o mesmo desenvolvimento nem o mesmo confinamento.

A Consciência, tal como nós todos vivemos sobre esta Terra, é uma consciência da limitação.

Essa consciência da limitação está inscrita mesmo no fato de não poder aceder ao que, justamente, eu chamei o Desconhecido.

O que é conhecido, na encarnação, é sua vida (o que vocês aprenderam, o que vocês vivem), mas quem pode dizer que está consciente de outro Sistema Solar, de outra forma de vida que não pertence a um ambiente mais ou menos próximo, definido como a esfera interpessoal, seja ela afetiva ou esteja ela nos diferentes domínios da vida que é levada sobre a Terra?

A Consciência da Terra, dos seres humanos que ali estão é, portanto, parcelada, limitada.
Existe, portanto, mesmo nesse mundo em que vocês ainda estão, uma noção de confinamento, de separação, de distância e de isolamento.

Cada consciência vai, portanto, aparecer como cortada das outras consciências. Esse é o princípio mesmo da consciência que vocês conhecem como consciência distanciada, separada, chamada consciência fragmentária ou consciência do ego, ou personalidade, se preferem.

Essa consciência, é claro, pode, ela também, mesmo nesse confinamento, apresentar, eu diria, toda uma gama de mecanismos, toda uma gama de funcionamentos, com suas leis que lhe são próprias, mesmo no confinamento.

Essa consciência é aquela que tem, portanto, animado cada vida sobre esta Terra: um vegetal não é um animal, um animal não é um humano e um humano não é um Anjo.

Há, portanto, um mecanismo específico que mostra uma compartimentação, uma distância de consciências que estão, a priori, confinadas, não comunicantes ou, em todo caso, não permutáveis.

As leis desta Terra não são as Leis do Universo.
A grande falha da consciência humana foi querer imaginar, supor, pressupor que a Consciência do Universo funcionava segundo as mesmas regras e as mesmas estruturas (ou condicionamentos) que existiam na consciência humana confinada.

A particularidade dessa consciência é que ela funciona segundo um sentido específico, que é, estritamente, ao oposto da Consciência que lhes é desconhecida, chamada Consciência Unitária.

A consciência do ego funciona sempre segundo um modo que eu qualificaria de apropriação. Esse modo de apropriação permite, justamente, exteriorizar e manifestar certa forma de análise, chamada projeção, que permite pôr limites, compreensões e vivências profundamente diferentes, conforme o objeto mesmo dessa projeção. O ser humano não pode, assim, confundir um animal com outro ser humano.

Os mecanismos, aliás, de desenvolvimento nesse confinamento de consciência, de um animal, não é, absolutamente, o mesmo que o mecanismo de desenvolvimento da consciência de um ser humano nesse confinamento.

A consciência, portanto, evolui nesse mundo de acordo com um modo que é chamado distanciador, separador e discriminador.

É assim que o ser humano definiu e vive a consciência de seu conhecido (ou do que pode ser, em todo caso, conhecível) com ferramentas específicas que são ou os sentidos, ou a técnica, ou o intelecto, ou o afetivo.

Existe, portanto, uma forma, literalmente, de segregação, de compartimentação, de distanciamento e de separação de elementos que constituem a própria vida do ser humano sobre esse mundo.

A consciência da personalidade sabe muito bem fazer a diferença entre, por exemplo, seu filho e seu marido ou, ainda, entre seu filho e uma criança que não é a sua.

O que é conhecido é, em geral, o que é apropriado.
Seu marido e seu filho são conhecidos porque apropriados, enquanto um filho que não é o seu e com o qual não existe qualquer relação, qualquer percepção (mesmo se essa criança está distante) não pode ser, em caso algum, apropriado.

Existe, portanto, na consciência humana (chamada dual), quaisquer que sejam os mecanismos que já lhes foram dados (seja na consciência de sonho como na consciência de vigília ou, ainda, na consciência do sono, se se pode falar assim), uma distância intransponível que faz com que os mecanismos que se exprimem numa consciência sejam profundamente diferentes, mesmo numa consciência chamada humana.

Cada ser humano vai manifestar certo número de apropriações, certo número de mecanismos que fazem com que cada ser humano seja único e diferente.

A consciência da Dualidade é baseada (nesse mundo) segundo um princípio imutável que existe tanto no plano físico como no plano técnico, como no plano afetivo, como no plano espiritual (chamado ação/reação ou Atração/Repulsão), que se resume, em definitivo, à noção de bem e de mal.

Como lhes foi explicado (e como, eu espero, vocês o vivam), há uma modificação da consciência que está em curso, que consiste em superar o bem e o mal (superar, portanto, a lei de ação/reação e a apropriação da consciência), modificando, de algum modo, o sentido da consciência, que passa de uma apropriação para uma restituição (ou uma não apropriação).

Isso permite à consciência humana, que é Luz e Vibração, exprimir-se segundo modos diferentes daqueles que prevaleceram na história da humanidade (tal como ela lhes foi apresentada) ou, em todo caso, em sua própria história (pelo que vocês dela conhecem) nesse mundo (a história que é sua história, que ela esteja inscrita em todos os mecanismos memoriais desta vida, desde sua infância até hoje) ou, ainda, nos domínios mais sutis, as memórias, por exemplo, de suas vidas passadas.

A revolução da consciência, hoje (essa revolução final), chama-os a passar (como eu já o exprimi) do conhecido ao Desconhecido, do confinamento à Liberdade, do condicionamento à Autonomia.

A consciência está, também, confinada (como vocês sabem, pertinentemente) num corpo (esse corpo que possui suas próprias regras, sua própria química, sua própria fisiologia) que pertence a esse mundo e que não está, é claro, presente no que vocês chamam (e que nós chamamos com vocês) o além, que ele seja a concepção que está presente em sua consciência concernente ao além.

De fato, vocês não tomam esse corpo no além, quando passam pela porta da morte. Existe, portanto, uma consciência que não é dependente nem apropriada por um corpo.

Ora, como vocês sabem, é nesse corpo (que lhes é adequado e que é sua propriedade) que se deve viver a Passagem do conhecido ao Desconhecido, que se revela, agora, pela revelação da Luz e pelo Retorno do Cristo.

A revolução da consciência é, portanto, um mecanismo de Reversão da consciência, no qual a apropriação vai passar para uma restituição (do mesmo modo que, quando vocês passam as portas do que é chamada a morte, vocês devolvem esse corpo à terra), permitindo, então, a outra coisa manifestar-se e viver com leis, regras e outra forma de apropriação que não é mais dependente desse corpo, mas de outro corpo.

Nós exprimimos que existe, nesse mundo, um processo chamado falsificação e confinamento, no qual a consciência foi cortada de seu próprio Conhecimento do que nós podemos chamar, com vocês, o que lhes é Desconhecido.

As Leis do Desconhecido não são as leis do conhecido.
As Leis dos Universos Unificados nada têm a ver com as leis que prevalecem na ação/reação. Em outros termos, as Leis da Consciência Livre ou Unificada, estritamente, nenhuma relação tem, nem qualquer correspondência possível com a consciência limitada, manifestada pela Alma, manifestada pelo corpo na encarnação.

Assim, portanto, aparecem, claramente, duas consciências (que, à primeira vista, podem parecer totalmente opostas, totalmente contraditórias uma em relação à outra) que evoluem em Dimensões diferentes, que evoluem em mecanismos, fisiologias e químicas profundamente diferentes e que tudo opõe.

A Consciência Unificada (aquela que é sua no Espírito, aquela que é a nossa, nós, Anciões e de todas as Consciências Livres e Liberadas), que evolui no que lhes é conhecido, evolui e manifesta um sentido diametralmente oposto à apropriação.

A Consciência Una ou Unificada não conhece, é claro, nem o bem nem o mal. A referência bem/mal (ou ação/reação) não pode, portanto, ser uma regra ou um mecanismo de funcionamento presente nos Mundos Unificados.

Isso foi nomeado, em numerosas reprises, a Lei de Graça ou de Ação de Graça. De fato, as Leis da Consciência Livre não são as leis da consciência confinada.

A Liberdade da Consciência consiste em ser não mais localizada no corpo, em ser não mais localizada no espaço e, tampouco, em ser localizada no tempo.

A Consciência Unificada pertence a todos os tempos, a todos os espaços e a todos os corpos.

Retenham, efetivamente, que eu bem disse que a Consciência pertence, o que quer dizer que a Consciência é onipresente, não mais localizada nem tributária de um tempo e de um espaço ou de uma identidade.

Ela é totalmente não localizada, não identificada, não projetada, mas evolui segundo uma Lei que pode ser chamada a Lei de Transparência.

Uma Consciência, nos Mundos Unificados, não sendo mais afetada pelo que eu chamei (há algumas semanas) o Fogo elétrico ou o Fogo do Fohat (Fogo da Alma e da personalidade) não tem mais que ser forçada, de maneira alguma, a qualquer confinamento, a qualquer limite, a qualquer identificação.
A Consciência, assim Livre e Liberada, é Autônoma.

Essa Autonomia significa que ela não depende de qualquer constrangimento, de qualquer confinamento e de qualquer lei outra que a Ação de Graça e da Transparência.

A Consciência Liberada não é afetada pelo que é chamado o jogo da Sombra e da Luz sobre esse mundo.

Cristo havia dito: «meu Reino não é desse mundo e a Luz não é desse mundo. Vocês estão sobre esse mundo, mas vocês não são desse mundo».

Esse corpo físico pertence a esse mundo, uma vez que vocês o devolvem, deixando esse mundo. Assim, portanto, a Consciência Unidade (e Unitária) não pode estar presente e inclusa (ou pertencer, se preferem) nesse corpo manifestado na densidade e na lei de ação/reação.

Nós chamamos, portanto, outro corpo.
Esse corpo foi chamado Corpo de Existência, esse Corpo de Existência que foi confinado (de certa maneira, uma vez que privado do acesso à experiência da encarnação) no Sol, por certo número de princípios isolantes e condicionantes.

Eu lhes expliquei e exprimi esses conceitos e esses princípios como forças Ahrimanianas e Luciferianas, que se opõem ao Cristo e, portanto, à Unidade. O paradoxo (porque é um) é que, hoje, para validar a Consciência Unificada, vocês são obrigados a viver nessa consciência da dualidade.

Há, portanto, um mecanismo preciso em obra atualmente (e já, para muitos de vocês, desde algum tempo), de sobreposição, de alquimia entre um corpo chamado corpo de consciência confinado e outro Corpo (pertencente a outra Dimensão) chamado Corpo de Existência.

O Corpo de Existência caracteriza-se por sua Liberdade, o que quer dizer que a Consciência da Existência (e a vivência da Existência) não é tributária de qualquer confinamento, de qualquer limite.
A consciência não está fechada.

Ela é transparente e, portanto, permeável, em todos os sentidos, em todas as direções, em todos os tempos, a todas as outras Consciências Liberadas.

Isso é extremamente difícil a conceber no mental, na consciência separada, uma vez que ela não o conhece (dado que ela não pode viver a experiência disso, inteiramente), exceto para os alguns indivíduos que foram capazes de sair no Sol.

Existe, portanto, nesse nível, um déficit de consciência, obviamente, que faz, com extrema lógica, duvidar da existência de tal Consciência, dado que ela é desconhecida.

Muitas Vibrações foram trazidas, depositadas sobre esta Terra, desde algum tempo (algum tempo que foi preparado desde tempos imemoráveis), permitindo a sobreposição ou a Fusão entre a consciência conhecida e a Consciência Desconhecida.

É o conjunto desse trabalho que vocês efetuaram (aqui como em outros lugares), concernente aos Novos Corpos (ou Novas Frequências Metatrônicas).

Ativação e revelação da Luz (não mais confinada no terceiro olho, mas na Coroa Radiante da Cabeça), liberando-se, pela mesma ocasião, revertendo-se e permitindo, para a consciência conhecida, apreender e viver estados que se aproximam do Desconhecido e que se aproximam da Autonomia e da Liberdade.

Há um momento em que essa fase de sobreposição (que vocês viveram em graus variados para cada um) deve deixar lugar (por uma livre escolha consentida) para a dissolução total da consciência do conhecido, a fim de penetrar, inteiramente e em total Liberdade, a Consciência do Desconhecido ou o Corpo de Existência.

Existiu, portanto, um mecanismo de revelação da Luz que nós explicitamos longamente. Existe, agora, um processo de sobreposição que faz com que, como disse nosso Comandante (ndr: O.M. AÏVANHOV), a maior parte dos humanos seja capaz de observar, para além de ser o observador, para além de ser quem observa e para além de ser o observado.

Existe, portanto, uma forma de distanciamento que lhes permite desincrustar-se, literalmente, da apropriação da consciência do conhecido. Era, eu diria, uma primeira fase, a penúltima fase, para ser preciso.

Resta, agora, viver a última fase.
Essa última fase é o desaparecimento (ou a dissolução, se preferem) da consciência fragmentada, da consciência confinada e confinadora, a fim de penetrar, em lucidez, a Autonomia e a Liberdade.

Isso é realizado pela conjunção de certo número de elementos.
Esses elementos são, de um lado, o retorno da Luz Branca, de outro lado, um ciclo astronômico.

De outro lado, a própria evolução da Consciência.
De outro lado, ainda, o famoso Abandono à Luz e Acolhimento da Luz.

O conjunto desses elementos focaliza-se num mesmo ponto de Reversão Final, chamado Ascensão.

Essa fase ascensional, na qual a consciência fragmentada desaparece, é muito exatamente o que foi impulsionado desde o mês de março e que terminará dentro de pouco tempo.

É necessário, efetivamente, compreender que, além da sobreposição da consciência do conhecido e da Consciência do Desconhecido (em graus diversos para cada um), vem um momento em que a consciência fragmentada deve desaparecer, inteiramente, para deixar o lugar à Consciência Desconhecida da Unidade.

De fato, devido ao status da Terra, devido ao status do confinamento e de ruptura em relação ao Espírito, não é possível manter uma estrutura carbonada, confinada, com a Liberação que está em curso.

O conhecido e o Desconhecido não poderão mais sobrepor-se de maneira permanente ou mesmo efêmera, num tempo longo. Há, portanto, um desaparecimento do conhecido, em favor do Desconhecido.

Esse mecanismo de Passagem, que é a Última Reversão, eu o chamei de Passagem da última Porta.

É o momento da transcendência da Dualidade, das forças Ahrimanianas e Luciferianas, que lhes permite fazer nascer o Cristo e acolher o Cristo, inteiramente.

Há, efetivamente, nesse nível (acoplado a essa noção de Abandono), o que eu chamaria uma renúncia consciente (lúcida, iluminada e aceita), necessária e indispensável para penetrar essa Consciência Desconhecida e as esferas da Luz, nas quais nada mais está separado.

O período que inicia (que iniciou, eu diria, desde a revelação da Luz Metatrônica e que prosseguirá pela revelação do Cristo) deve levá-los a colocar os atos que lhes permitam viver isso.

Esses atos a colocar (correspondentes a essa Última Reversão e a essa Última Passagem da Porta Estreita, chamada Crucificação e Ressurreição) são, muito exatamente, aquilo a que vocês são chamados a manifestar, a viver e a participar.

Compreendam, efetivamente que, enquanto isso não é vivido, predominará (na consciência do conhecido) um elemento chamado medo, que está em ressonância direta com o conjunto de mecanismos da fragmentação e em ressonância direta com o que era chamada ATRAÇÃO/VISÃO (o eixo falsificado que os arrastava para a densidade, para a separação, para o distanciamento e para a vivência da Alma prisioneira na encarnação) e, isso, para muitos, desde tempos imemoráveis, em termos Terrestres.

A mudança de paradigma e a mudança de Consciência (que há para viver agora) não poderão mais muito longo tempo acomodar-se numa sobreposição da consciência dual e da Consciência da Unidade.

Isso vai desembocar no que eu chamaria, além do choque da humanidade, numa situação chamada crítica.

Essa situação crítica é o momento final no qual o Fogo do Espírito é confrontado, de maneira final, com o fogo elétrico que persiste nos últimos apegos e condicionamentos.

O fogo do ego (porque é dele que se trata) vai sempre arrastá-los, de uma maneira ou de outra, a prosseguir o próprio fogo elétrico e a prosseguir, é claro, a Dualidade.

O Fogo do Espírito vai levá-los, pelo Impulso Crístico, a viver a dissolução. Existe, portanto, claramente, nos momentos que há para viver, uma apropriação e uma restituição que puxa cada um num sentido e que visa fazer viver (fazer sobreviver, é mais exato) uma Ilusão de separação ou fazer viver a Unificação.

Isso se traduz, obviamente, ao nível da Consciência que não o viveu inteiramente, por mecanismos de interrogação, em ressonância com o medo, em ressonância com as resistências, se preferem, as últimas Sombras.

Essas últimas Sombras, ilustradas pela encarnação de Ahriman e de Lúcifer são também a encarnação da experiência dolorosa do humano, privado de Luz e que não conhece a Luz.

Isso vai tomar uma acuidade, uma intensidade muito específica que, para alguns, tornar-se-á explosiva (é o caso de dizê-lo), na qual a consciência vai, literalmente, ou derreter no Corpo de Existência, ou resistir no corpo físico.

O que nós demos como explicações e como Vibrações, concernente aos Atalhos e às Portas reveladas ao nível do corpo físico, são os espaços privilegiados (não tanto em sua compreensão, mas, exclusivamente mesmo, eu diria, em sua vivência Vibratória de Luz) de ancoragem da Existência e, portanto, da sobreposição (mesmo nessa consciência dissociada) da Consciência Unitária.

É o que vocês vivem, com mais ou menos facilidade, seja ao nível do corpo ou ao nível da própria consciência, atualmente.

É necessário apreender e aceitar que, quanto mais sua consciência está centrada e colocada (dirigida) na Vibração, mais sua Consciência e sua Intenção colocam-se no Corpo através dessas Vibrações, mais lhes será fácil pôr fim à sobreposição, ao mesmo tempo tendo conta de diferentes fatores que condicionam, de algum modo, esse momento final de que falei (seja o tempo calendário astronômico da própria Terra ou, também, o calendário da revelação da Luz Metatrônica) e o acesso do conjunto da humanidade à Merkabah Interdimensional Coletiva.

Durante o tempo de sua presença, nós completaremos o que demos (uns e outros e umas e outras) sobre esses Atalhos, sobre essas Portas que são, verdadeiramente (e é necessário concebê-lo assim), não lugares de compreensão, mas lugares do corpo que são as Portas (em todos os sentidos do termo) chamadas a tornarem-se Portais Interdimensionais pessoais, que os levam, como um ponto de fuga, a transmutar e a transportar sua consciência, inteiramente, da consciência dual para a Consciência Unitária.

É nesse corpo que se realiza, portanto, esse trabalho.
Vocês o viverão (portanto, é fácil compreendê-lo, vivendo) assim que sua Consciência se põe em sobreposição (seja nos espaços de alinhamento, nos trabalhos que vocês podem efetuar, de um modo ou de outro) através de Vibrações e da captação dessas Vibrações.

É evidente que, a partir da intervenção final de METATRON, dentro de muito poucos dias (ndr: domingo, 7 de agosto), vocês serão capazes de compreender os mecanismos de que eu falo, porque vocês os compreenderão em Consciência e não com o intelecto, porque vocês os viverão.

Muitos de vocês vão começar, de maneira voluntária (e, também, para aqueles que não o queiram, de maneira totalmente involuntária), a viver esses momentos que eu chamaria de dissolução, nos quais nada mais vai funcionar como antes, sejam seus hábitos, seus gestos, seu mental, suas emoções (e toda a sua vida, de uma maneira geral, vai transformar-se), permitindo-lhes aceder a espaços de não tempo, a espaços de não espaço, a espaços de não identidade e de não personalidade.

Essa imersão nessa Consciência Desconhecida, se vocês a aceitam, tornar-se-á cada vez mais evidente e cada vez mais fácil a manifestar. Obviamente, não se deve perder de vista que, nessa fase final, a própria consciência é chamada a dissolver-se, ela mesma, em seu conhecido.

Só o ego da consciência conhecida é capaz de provar e fazê-los provar o medo. Mas o próprio mecanismo dessa fase final permitir-lhes-á ver, de algum modo, seus medos, face a face, a fim de desidentificarem-se e de desengajarem-se de tudo o que isso implica como emoção, como atividade mental ou como medo.

Em resumo, quanto mais vocês forem para a Vibração da Luz, mais vocês se extrairão com facilidade da Ilusão, porque não haverá mais tomada possível (pela consciência conhecida e pelo fogo do ego) nessa Ilusão.

Compreendam, efetivamente, que não se trata de fugir do que quer que seja, porque essa sobreposição e essa dissolução, se vocês são desse mundo, podem apenas ser vividas nesse mundo e, portanto, deve ocorrer antes de uma fase final.

Compreendam, efetivamente que, a partir do instante em que vocês viverem suficientemente a Consciência desse Desconhecido (que se tornará, portanto, forçosamente, Conhecido), não haverá mais (e cada vez menos, inicialmente) resistências, medos ou apegos.

A evolução da consciência, tal como foi, aliás, perfeitamente descrita (tanto no Oriente como no Ocidente como no Extremo Oriente), sempre insistiu nessa Consciência específica que é, hoje, chamada a tornar-se a norma, nessa fase final.

Há, portanto, um mecanismo de aceitação da experiência.
Até o presente podia-se dizer que era necessário buscar (mesmo ao nível do sentido) o que significava o Abandono à Luz, que era preciso portar a consciência sobre os diferentes pontos de Vibração para senti-los.

Hoje, a Luz revela-se, Cristo revela-se e permite-lhes viver isso sem qualquer esforço e sem qualquer intenção.

A Intenção estabelece-se por si, a partir do instante em que vocês aceitam que o fogo do ego cale-se, a partir do instante em que os medos são transmutados pela própria Luz.

Não são vocês que entram em reação, mas é, efetivamente, a ação direta da Luz, em sua ação de dissolução da Ilusão.

O processo, em resumo, vai tornar-se cada vez mais simples, cada vez mais fácil, a partir do instante em que as últimas resistências estiverem em via de desaparecer de sua própria consciência.

É claro, eu não lhes escondo, aí tampouco, que, para cada um, isso terá implicações e essas implicações (vocês compreenderam, é claro) situar-se-ão na consciência conhecida e, em todo caso, no que dela restará.

Inúmeras atividades serão, simplesmente, impossíveis.
Eu não posso fazer a lista, porque elas não serão as mesmas para cada um.

É a vocês que cabe conformar-se a essa Liberdade nova, a essa expansão nova, a essa ausência de apropriação (ou desengajamento da apropriação), a fim de deixar a Consciência Unitária instalar-se, de maneira cada vez mais duradoura, até o momento em que ela se tornará definitiva.

Da qualidade de seu estabelecimento na nova Consciência resultará a facilidade com a qual se dissolverá, para vocês, a totalidade do que era chamada a Ilusão.

Vocês não terão, aliás, mais qualquer lembrança do que corresponde à personalidade (quaisquer que sejam os componentes dela) e isso será vivido, eu os lembro, não no medo, mas na Alegria a mais total, porque reencontrar o Cristo é reencontrar o Amor, o sentido e a verdadeira Vida.

Apenas o ego é que tem tendência a crer que isso é o fim.
Isso não é um fim, mas é, efetivamente, verdadeiramente, um início.
Assim, portanto, esse período que vai estender-se entre o que é chamada esta data de última revelação da Luz Metatrônica de 7 de agosto (assinalando o retorno do Cristo, muito pouco tempo após a intervenção de Maria) traduzir-se-á na reunificação da Nova Tri-Unidade, ou seja, Cristo, Maria e Miguel, na data da festa do Arcanjo.

A data calendária da Festa do Arcanjo (ndr: 29 de setembro de 2011) assinalará, portanto, em sua Consciência, o fim de certo número de processos pertencentes à Ilusão.

Isso se realizará cada vez mais facilmente.
Nada há, portanto, a temer.

Nada há, portanto, a projetar.
Há apenas a acolher a experiência (porque é uma experiência) e é por meio dessa experiência que será possível e realizável o acesso total à Unidade, ao Corpo de Existência e à verdadeira Vida.

É claro, nesse lapso de tempo, cada um viverá a experiência ao seu modo, à sua maneira, mas apreendam que esse lapso de tempo (uma vez que vocês estão ainda nesse tempo) é um lapso de tempo extremamente curto.

É nesse lapso de tempo que lhes será possível estabelecer-se em sua Unidade, inteiramente, qualquer que seja o tempo que possa ainda existir no conhecido que está aí, também, diferente para cada um porque, aí também, existe um calendário pessoal para cada um.

Como nós dissemos: a Luz é para todos.
Não há qualquer exceção, qualquer que seja, que poderá negar ou renegar a Luz.

O mecanismo Vibratório levado a efeito determinará a escolha da consciência (que, em caso algum, é mental ou afetiva, mas decorre, diretamente, dessa sobreposição entre a consciência conhecida e a Consciência Desconhecida) e a dissolução mais ou menos rápida e fácil da consciência do conhecido.

Aí está, em preâmbulo, o que eu tinha a emitir-lhes.
No espaço de tempo que nos será atribuído nos próximos dias, eu darei, aí também, técnicas de sobreposição das duas Consciências, que vão além da ativação dos Atalhos (mas apoiando-se nesse conhecimento), a fim de fazer a junção, de algum modo, e a sobreposição entre o conhecido e o Desconhecido.

Então, Irmãos e Irmãs, meu Amor permanece com vocês e em vocês e eu lhes digo, certamente, até dentro de muito pouco tempo e vamos, agora, comungar com todo o meu Amor.



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Versão do francês para o português: Célia G. - http://leiturasdaluz.blogspot.com

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