domingo, 8 de maio de 2011

PROTOCOLO - Liberação dos Apegos Coletivos - Autres Dimensions






PROTOCOLO - Liberação dos Apegos Coletivos
Importante a partir de maio de 2011.




Os apegos coletivos são diretamente religados às estruturas do cérebro ditas reptilianas, agindo junto a todo ser humano, além da vivência individual ou de qualquer construção inicial.

Trata-se, portanto, assim como o instinto de sobrevivência, de dados inscritos na espécie e não mais ligados a uma vivência pessoal e individual.

Esses apegos exprimem-se através dos esquemas disfuncionais precoces, construções neuronais e comportamentais vindas dos primeiros arquétipos reencontrados.

Se a alma vive esses arquétipos de maneira harmoniosa, as construções serão, elas também, harmoniosas.

Se o reencontro com o arquétipo traduz-se por um medo ou por um perigo qualquer, a construção tornar-se-á desarmoniosa.

O arquétipo é então vivido como potencialmente perigoso levando, ao nível do cérebro reptiliano, estratégias específicas chamadas submissão, esquiva ou negociação, fazendo com que, a cada reencontro de situações análogas, a pessoa, num modo totalmente inconsciente, vai se ver ditar suas ações e comportamentos pelas ditas construções e estratégias que se tornam, então, inadequadas.

Essas estratégias são ditadas por nosso cérebro arcaico e escapam a um controle consciente neocortical.
Essa visão foi desenvolvida na abordagem psicológica dita cognitivo-comportamental.

Por exemplo, se uma pessoa recebeu, durante sua educação, a injunção comportamental frequente de lavar as mãos, ela vai desenvolver uma das estratégias seguintes:

Submissão: ela lava frequente as mãos.

Esquiva: ela não toca nada que possa sujar as mãos. A estratégia, aqui, será evitar encontrar-se confrontada ao engrama inicial, de modo análogo.

Negociação: ela leva luvas ou não consegue decidir-se entre lavar as mãos ou não tocar. Há, aqui, alternância, sem fim, entre a submissão e a esquiva.

Durante o período atual de transição e de Ascensão, aqueles que nos acompanham de outros planos propõem-nos participar do conjunto da liberação da totalidade dos engramas de confinamento da humanidade.

Cinco deles (descritos abaixo) são fundamentais e prioritários durante este período, neste objetivo específico de liberação dos apegos coletivos.

Os cristais são ferramentas particularmente eficazes para descristalizar esses esquemas disfuncionais precoces, apoios dos apegos coletivos.


Apegos (afetivos)

Indicador comportamental: Sentir-se escravo de seus apegos afetivos (pesados, densos) e/ou ter dificuldades para fazer o luto de uma pessoa querida que desapareceu (ou o extremo oposto).
4 Rodocrositas


Apegos (materiais)

Indicador comportamental: A necessidade de prender-se às posses é mórbida. O medo de perder o dinheiro ou os bens predomina. A necessidade de acumular é incontrolável (ou o extremo oposto).
4 Quartzos esfumaçados (fumes)


Apegos (no sentido global)

Indicador comportamental: Pessoa que manifesta apegos excessivos a qualquer coisa ou pessoa. O corolário sendo uma dificuldade e uma resistência às mudanças bastante marcada (ou o extremo oposto).
4 Celestitas


Síndrome de abandono e de perda

Indicador comportamental: Sentimento de perda e de abandono no que diz respeito tanto a uma pessoa, a uma situação, a um objeto,... considerado como importante (ou o extremo oposto).
4 Calcedônias claras


Medos arquetípicos

Indicador comportamental: Personalidades atrofiadas, restritas, onde o medo de sua própria vida e/ou de uma desgraça próxima «que deve chegar» é onipresente (ou o extremo oposto).
4 Obsidianas olho celeste


PROTOCOLOS

Colocar ao solo 4 cristais idênticos, a aproximadamente 50cm do eixo do corpo, que constituem como uma cruz (um cristal à frente, o segundo atrás, o terceiro à esquerda, o quarto à direita).
Os dois eixos cruzam-se na vertical do corpo. Cada eixo tem um comprimento igual de aproximadamente 50cm.

Sentar-se ao centro dessa cruz de cristais, braços e pernas descruzados, as mãos colocadas sobre as coxas, palmas para o Céu. Permanecer de olhos fechados, em silêncio, durante o mínimo de 30 minutos e o máximo de 1 hora.

A renovar de 4 a 6 vezes pelo tipo de apego deixando um período mínimo de três dias para o mesmo apego.

Os cinco podem ser realizados, em alternância, mas fazendo um único protocolo por dia e respeitando o prazo de três dias para o mesmo protocolo.



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Compartilhamos essas informações em toda sua transparência. Agradecemos em fazer o mesmo, se as divulgarem, reproduzindo integralmente este texto e informando sua fonte: http://www.autresdimensions.com/
Versão do francês para o português: Célia G.
Revisão: beto junior

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