sábado, 29 de maio de 2010

SNOW - 29 de maio

29 de maio 2010

do SITE AUTRES DIMENSIONS


Filhos do Céu e da Terra, Povo das Estrelas, é para mim uma grande honra me expressar, pela primeira vez neste canal.

Na época em que eu estava encarnada, meu nome era Pluma Branca [White Feather].
Agora, do outro lado do véu, meu nome é Snow.

Recebam a Paz do Espírito e minha gratidão por seu acolhimento.

Eu sou um dos doze suportes de Maria.
Is-Is, Sekhmet, Sehet, Myriam, Patchamama, qualquer que seja o nome que vocês lhes dêem, ela é nossa Mãe de todos.

Eu a acompanho com minhas Virtudes.

Por favor, abandonem-se um instante ao que evoca para vocês a nevada, neve, porque de acordo com a maneira como é vista, a neve pode ser, para vocês, frio, morte, ausência de vida ou, ao contrário, plenitude, cor imaculada.

Cada uma das irmãs de Maria que vem a vocês é portadora de uma especificação, Vibratória e de Presença, de Maria.

Snow é pureza e profundez.

Eu não vou aborrecê-los com o que eu fui, mas simplesmente dizer-lhes que eu nasci em outra cultura, em meio a uma outra visão sobre a vida onde toda vida provinha do Grande Espírito, onde toda vida tinha uma filiação, uma origem religada ao Grande Espírito.

Enquanto que irmã de Maria, eu apresento pureza e profundez. Eu apresento então, para vocês, uma Vibração, uma Consciência, em estado de ser. Em meio a esse estado de ser, vocês poderão atingir e viver a Profundez, a Pureza, a imensidão.

Ainda não é o momento de lhes revelar nossos papéis em meio à Presença Mariana. É momento para mim de ajudá-los a reforçar sua pureza e sua profundez, ou como diria Um Amigo, sua própria Presença, porque estando presentes em si mesmos, imergindo no seio do Grande Espírito, no seio da Mãe Terra, vocês podem se mesclar à Pureza, à Profundez, e viver a Paz e uma densidade diferente daquela conhecida em meio à matéria.

***

O que acontece em meio à matéria da Terra, é um parto. Como todo parto, este parto se traduz em grandes alegrias, em dores e sofrimento inerentes à condição da matéria, mas um parto é a promessa também de uma nova vida, de um novo impulso.

Essa nova vida, esse novo ímpeto, assume particular importância, porque não se trata de um parto comum, mas de um parto que irá permitir o retorno ao Grande Espírito. Isso é, no seio do meu povo e de meus povos os mais antigos (presentes na Terra desde as épocas da farsa, da falsificação), o momento do retorno ao Grande Espírito.

Cultive sua Paz, aquela que se pode encontrar estando-se desatrelado das emoções imediatas associadas aos sentidos, lembrando-se, por exemplo, da neve vivenciada na imensidão da montanha, livre de qualquer mácula onde o relevo desaparece em benefício da profundeza, onde o frio não pode mais existir pela claridade, pela pureza do ar e do sol.

É nessa Paz, nessa ausência de movimento aparente, nessa ausência de calor e de frio, que pode se manifestar a Profundez e a Pureza.

***

Vocês são chamados a viver algo de novo, mas esse novo não é totalmente desconhecido, simplesmente foi esquecido na trama desse tempo.

De fato, esse parto é os reencontros, como havia dito o Grande Espírito Solar Miguel, como ele os denominou, as Núpcias Celestes.

Esses reencontros com seu novo nascimento devem lhes dar alegria, esperança, certeza, também, pois, contrariamente a outras vezes, a Luz se estabelecerá de maneira definitiva.

Assim como na neve, quando o sol está em zênite, as sombras não mais existem, hoje, as sombras desaparecem.

O brilho da Luz e sua brancura se revelam a alguns dentre vocês, nas ações habituais, de maneira fulgurante, sob formas visuais, sonoras, sob forma de Vibrações.

O parto está em curso.

Toda nossa ronda criativa, nossa, as treze estrelas, se aproxima inexoravelmente de seu Plano material, desta densidade em que a sombra tentou meter a mão e manter em meio à ilusão.

A Pureza, o Brilho, a Brancura vêm acabar, transcender e apagar o que o deve ser, tanto para vocês como para os outros.

Avancem, avancem na confiança e na esperança do que vem.

Não se atrasem com o que morre, porque o que morre é o que é sombra, o que morre é a oposição, a resistência.

O que nasce é a facilidade, é a Unidade, é o Grande Espírito.

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Entreguem-se, transfiram seus sofrimentos à Mãe Terra, a sua natureza, às suas árvores, intermediários milagrosos entre o Céu e a Terra, capazes, hoje mais ainda do que em minha época, de ligá-los ao Grande Espírito e à Unidade.

A visão sombria poderia lhes fazer dizer que a Mãe Terra morre, a visão sombria gostaria lhes fazer dizer que a Terra está poluída, que a Terra está destruída, mas a visão insuflada pelo Grande Espírito diz que a Terra nasce e dá à luz dela mesma em meio às Dimensões mais elevadas onde a sombra não mais existe.

A Terra porta e suporta toda Vida Unitária e Dual, ela não faz diferença. Ela nutre todos seus filhos, sem exceção, mesmo se talvez o homem, por seu prazer de dominar, tenha provocado, em meio à grandiosidade da Terra, zonas de deterioração.

A Terra não é responsável disso.
Uma nova Terra aparece, neste momento mesmo.
Nessa nova Terra, uma nova natureza, novos espaços, novas formas de vida, novas Vibrações de vida.

Alguns de vocês percorrerão os caminhos da Nova Terra, em meio à sua Nova Dimensão. Outros, muito numerosos, irão se reunir aos seus Céus de origem.

No meu Povo, durante minha vida, o parto de uma mulher era um grande dia, o dia em que, na tradição original de meu Povo e de minha cultura, mesmo os guerreiros deviam parar a guerra para honrar essa nova Vida, qualquer que fosse seu porvir.

Hoje, a humanidade, em sua totalidade, deverá também parar para honrar a Nova Vida da Terra. Este processo de paragem é o que lhes será anunciado pela sua Mãe Maria.

Vocês mesmos irão então se entusiasmar, ou não, para acolher este nascimento, porque são vocês que também nascem em outro nível, em Outra Dimensão, onde a forma não está mais aprisionada, onde a Pureza e a Profundez são essenciais.

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No silêncio da imensidão o som da Criação irá ressoar em sua cabeça e em seu coração. Naquele momento, vocês irão saber que o Grande Espírito está muito perto.

O som, esse som que anuncia o retorno da Luz, que muitas almas já o vivenciam, essa Vibração especial, esse som que assinala a reconexão, o Grande Espírito Solar Miguel lhes entreteve longamente.

Da mesma maneira que uma mulher diz que chegou o momento de dar à luz, da mesma maneira a Terra o diz, da mesma maneira que, vocês, Filhos do Céu e da Terra, o sabem mais ou menos conscientemente, mais ou menos lucidamente.

Cada uma das Companheiras de Maria tem uma função, cada uma é um pilar, à sua maneira, esse pilar permitindo ancorar as virtudes essenciais durante este parto e este novo nascimento.

Como toda mãe, Maria, como eu, como todas as outras, portamos a Inteligência da Vida, a Inteligência criadora.

Nós também viemos cumprir as profecias, aquelas tendo existido em meio ao meu Povo, aquelas que o Grande Espírito as insuflou, particularmente aquelas de natureza feminina que transmitiram, desde ainda pouco tempo, bem após minha morte nesta densidade material, informações capitais para acompanhá-los nessa transformação.

Essas são simplesmente algumas palavras que eu desejava lhes transmitir.

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Nós damos suporte à Maria, de maneira indefectível, em sua vinda. O que nós conduzimos é o parto, a capacidade da Terra de se resgatar, de respirar em meio aos Mundos da Unidade onde sopra o Grande Espírito, permanentemente, o Grande Espírito que denominam a Fonte.

Nós damos apoio e acompanhamos Maria, como doze Estrelas, como doze Virtudes. Doze virtudes que nascem também no interior de seu templo de carne, no interior de suas estruturas de personalidade e de Estado de Ser [Existência].

Esses doze pontos de Vibração que vocês aprendem a conhecer e a reconhecer e a viver. Em meio à Coroa radiante da Cabeça, como em meio à Coroa radiante do Coração, doze flores estão em via de nascer. Essas flores que nascem, vocês têm que aprender a conhecê-las, a reconhecê-las, a utilizá-las para se tornarem de novo, para aqueles que desejam, a Luz Pura, os Filhos e as Crianças da Lei de Um, as Crianças do Grande Espírito e reunificados, enfim, às suas origens.

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Eu não irei mais adiante, hoje, para deixá-los se impregnar dessas palavras. Eu voltarei também, para esta intervenção de palavras, para acompanhar a Radiância do Arcanjo Uriel, em meio a uma polaridade que eu qualificaria de maternal, no sentido o mais nobre, no sentido da filiação.

Vão para a pureza que vocês são, não mais para as sombras que acreditam, que apenas são sombras projetadas sem qualquer consistência em meio a estes Mundos da densidade de Luz.

Irmãos e Irmãs, Crianças do Céu e da Terra, Povo das Estrelas, Snow os acompanha.

Até breve.

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NOTA:
WhiteFeather viveu durante a época de perseguição à tribo Cherokee e seu povo. Sua tribo (A Cheraw) foi absorvida pela tribo Cherokee quando ameaçada de extinção.

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Compartilhamos essas informações em toda sua transparência. Agradecemos em fazer o mesmo, se a divulgarem, reproduzindo integralmente este texto e citando sua fonte: http://www.autresdimensions.com/
Versão do francês para o português: Zulma Peixinho

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